PENSAMENTOS DE DOM PEDRO CASALDÁLIGA
PENSAMENTOS DE DOM PEDRO CASALDÁLIGA
 
"O neoliberalismo é a marginalização fria da maioria sobrante. Saímos da dominação para a exclusão".
 
"A ação não é oração, a luta não é oração, a oração é oração! A luta pelo Reino, a ação evangelicamente honesta, será vivência da fé e da caridade pastoral-política, mas não é oração - como a doença não se identifica necessariamente com a pobreza, porque há ricos doentes...
Trata-se, então, de viver a oração, de testemunhá-la, de ensiná-la. Exercer sempre em nossa família e em nossa comunidade - no meio do triste e querido mundo humano, mais ou menos distanciado de Deus - a pastoral da oração. Todo agente de pastoral deve ser um agente de oração".
 
"Creio que, diante de Deus, não existe nenhum argumento, nem bíblico, nem de tradição, nem mesmo teológico, que impeça a mulher de ter na Igreja os mesmos direitos e ministérios do homem"
 
"Teologia da Libertação do homem, é a única teologia cristã decente e coerente".
 
"Nunca podemos prescindir da oração pessoal, do tu a tu com Deus, da fala da criatura consciente ao Criador pessoal, do filho/filha à Mãe-Pai. A oração pessoal diária deve ser o outro pão nosso de cada dia. Aqui não cabe claudicação nem subterfúgio".
 
"O Neoliberalismo é o capitalismo até as suas últimas conseqüências".
 
"O Testemunho coerente é: ser o que a gente é; falar do que se crê; crer no que se prega e viver o que se proclama".
 
"Que o testemunho e o sangue dos mártires não nos deixem dormir em paz".
 
"A oração, uma atitude fundamental na vida de Jesus, deve ser a atitude fundamental em nossa vida. Se a fé é relação pessoal com Deus, deverá ser logicamente comunicação com Ele: oração. Nosso Deus é Deus-conosco, nós devemos ser com-Ele. Uma fé que não ora é uma fé morta, um amor cortado".
 
"O diálogo das culturas exige mais explicitamente também o diálogo das religiões. Deixar que Deus dialogue com Deus através das balbuciantes bocas humanas, cada um com sua língua, cada um com sua cultura".
 
"Tudo é relativo, menos a fome."
 
"Continuo acreditando que a vida de um bispo não vale mais do que a vida de um peão."
 
"Se, como dizia Arturo Paoli em um retiro, orar é freqüentar o Senhor Jesus, eu acho que em todos estes sofrimentos, preocupações, angústias, nesta luta e inclusive nestas contradições, freqüento insistentemente o Senhor Jesus. Apelando a ele, vivendo sua Páscoa, sentindo sua cruz, reclamando a força de sua Ressurreição. Buscando sua Palavra e seus gestos como chaves de interpretação. Cantando também. Uma grande oração minha é o canto; o canto com o povo ou sozinho, em diversos momentos, inclusive nas longas viagens de ônibus, contemplo e canto. As vezes alguém pensará que sou doido, embora não cante a pleno pulmão, é claro, mas com voz discreta. Fiz-me algo teilhardiano e comungo com a natureza e com a presença universal de Deus em tudo e em todos os seres. Diante da festa belíssima e ultrajada natureza, sinto a unidade e a presença de Deus. Antes eu achava que a contemplação não era para mim, mas agora eu estou cada vez mais dentro".
 
Fórum de Debates do CNRVV - Julho/2009

Prezados Srs.

 

O Centro de Referência às Vítimas de Violência do Instituto Sedes Sapientiae, dando continuidade às atividades do Projeto do CNRVV "Rede de Pólos de Prevenção à Violência Doméstica, Abuso e Exploração Sexual", convidou para o Fórum de Enfrentamento à Violência os representantes da CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto- Ju venil no Município de São Paulo e da Rede de Pólos de Prevenção, que é composta por 22 ONGs capacitadas e supervisionadas pelo CNRVV, hoje Pólos de Prevenção da Violência, Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no município e na grande São Paulo. O tema deste mês será:

 

"OS AVANÇOS, ENCAMINHAMENTOS DA CPI E AS ONGs"

 

Palestrantes Convidados:

 

 

 

 

 

Coordenação do Fórum:

Coordenadora Geral e da Área de Parcerias do CNRVV.

Membro da diretoria do Instituto Sedes Sapientiae.

 

 

O evento ocorrerá no dia:

 

23 de julho de 2009, quinta-feira

às 14:00h

(Rua Ministro Godói, 1484 - Perdizes - SP / Tel.:(11) 3866-2756)

SALA 81 do Instituto Sedes Sapientiae

 

Aproveitamos a oportunidade para solicitar a divulgação deste evento junto aos trabalhadores da área, o que enriquecerá nosso debate.

 

Evento Gratuito.  Não é necessária inscrição prévia.

 

Atenciosamente,

Dalka Chaves de Almeida Ferrari

 
 

Ministério Público no pé da Editora Abril

http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/altamiro-borges-ministerio-publico-no-pe-da-abril

"O Ministério Público Estadual acolheu representação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e abriu o inquérito civil número 249 para apurar irregularidades no contrato firmado entre o governo paulista e a Editora Abril na compra de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola. O valor da obscura transação é de R$ 3,7 milhões e soma-se a outras negociatas entre o tucanato e o Grupo Civita, que também publica a revista Veja, principal palanque da oposição ao governo Lula. Se levadas a sério, as investigações do MPE poderão atrapalhar as ambições do presidenciável José Serra.

 
 

REALIDADE DAS ESCOLAS PÚBLICAS DO ESTADO D SÃO PAULO

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1067165-7823-ALUNOS+VIVEM+COTIDIANO+DE+SELVAGERIA+NAS+ESCOLAS+DE+SAO+PAULO,00.html

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Eis a realidade violenta das escolas estaduais de São Paulo. Eu vivo situação semelhante na Escola Estadual Jorge Luis Borges na Cidade Tiradentes na Zona Leste de São Paulo. E alguns governantes dizem que a culpa é dos Professores... Quanta ignorância...

 
 

LIVRO DIDÁTICO: NÃO COMPRE GATO POR LEBRE

http://blogdofavre.ig.com.br/tag/editora-santillana/

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artigo a seguir, do deputado Rui Falcão, denuncia uma curiosa coincidência entre tucanos, editorialista do O Globo e editora espanhola visando o suculento negocio dos livros didáticos no Brasil. Vale a pena ler na integra. O livro didático, sob o risco da desnacionalização por Rui Falcão A denúncia de doutrinação ideológica em livro didático distribuído pelo MEC, feita pelo diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, parece ter trazido a público muito mais do que pretendia o autor. Ao fazer emergir o jogo bruto de interesses financeiros em que se digladiam as grandes editoras pelo controle do mercado nacional de livros didáticos, Ali Kamel presta um desserviço à causa da oposição ao governo Lula, que é também a sua, levantando inadvertidamente a ponta do véu que encobre a promiscuidade entre gente tucana e o capital estrangeiro, pela desnacionalização do setor. Como se recorda, em artigo publicado no jornal O Globo – depois reproduzido por outros jornais – Ali Kamel condena a coleção didática Nova História Crítica, de Mário Schmidt, por contrabando ideológico nas escolas públicas. No artigo, também insinua que o MEC incentiva a adoção da obra. Dá assim testemunho público de sua ignorância no tema, por desconhecer que livros didáticos da escola pública são antes avaliados por especialistas, em sistema de rodízio, organizados em comissões independentes, constituídas por departamentos das universidades públicas, sem interferência alguma do governo, para serem, depois, escolhidos livremente pelos professores. O MEC limita-se a reunir tais avaliações, imprimi-las e distribuí-las aos professores, sob a forma de Guia do Livro Didático, como contribuição para facilitar o trabalho de seleção. Lembre-se de que a escolha do livro didático é prerrogativa inalienável dos professores. Não é o caso aqui de entrar na polêmica sobre o conteúdo do livro - amplificada pela grande mídia em razão de seu suposto potencial de mobilização contra o governo Lula -, pois é sabido que o Brasil conta com um dos melhores sistemas de avaliação de livros didáticos do mundo, sistema criticado pelas grandes editoras quando de sua adoção em 1996, pelo risco de “controle ideológico” , segundo lembra Maria Encarnação Beltrão Sposito, professora de Geografia da Universidade Estadual Paulista e avaliadora do Programa Nacional do Livro Didático. Mas não é apenas a desculpa do controle ideológico que leva parte das editoras a se insurgir contra o controle de qualidade sobre o livro didático, exercido pelo sistema de ensino público, sob o patrocínio do MEC. A liberdade atual de que desfruta o mercado de livros didáticos não convém às grandes editoras, constituídas em oligopólio multinacional. Estas não se conformam com o processo independente e democrático de avaliação e de seleção que há cerca de uma década e meia passou a presidir às compras do MEC. O seu caráter descentralizado, envolvendo dezenas de instituições públicas de ensino superior, distribuídas por todo o País, e dezenas de milhares de professores, já não permite a investida sorrateira e centralizada do lobby junto às autoridades de Brasília pela conquista do butim, como ocorreu durante décadas no passado. Isso não quer dizer que a política de livros didáticos se tenha libertado inteiramente da influência mercenária exercida historicamente pelas grandes editoras: a cada três anos, o governo brasileiro volta ao mercado para a compra de novos livros, enquanto nos EUA, por exemplo, as compras ocorrem somente a cada dez. Lá, além do conteúdo, também o manuseio e a conservação do livro, por parte dos alunos, servem a propósitos pedagógicos: ensinam sobre a necessidade de se gastar bem o dinheiro público na sua compra. Por isso, depois de utilizados, os livros são passados adiante, para os alunos entrantes, enquanto no Brasil são considerados descartáveis, para propiciar o retorno amiúde do governo ao mercado, para novas compras. São tais características, entre outras, que fazem do mercado brasileiro do livro didático uma nova China do mundo editorial - o mais cobiçado dentre todos, e por ser também o maior do mundo. O Programa Nacional do Livro Didático-PNLD conta em 2007 com orçamento de R$ 620 milhões - uma cifra vultosa, mas justificável como investimento que faz chegar a 30 milhões de alunos de escolas públicas, de graça, 120 milhões de exemplares. Trata-se de um mercado que cresce a 20% ao ano, o dobro da média do mercado editorial – didáticos e não didáticos. É sobre esse pano de fundo que se deve analisar a investida de Kamel contra uma coleção didática, de grande sucesso de vendas, segundo a estimativa do mercado. No que pareceu ser uma ação orquestrada, segundo o acúmulo de evidências, enquanto Kamel disparava o seu ataque numa página de O Globo, o jornal espanhol El País estampava no dia seguinte em sua manchete (19/09/2007): “Brasil entrega a 750.000 estudiantes un polémico manual de historia” “El libro de texto ensalza el comunismo y la revolución cultural china”. Ao mesmo tempo, o ex-ministro da Educação, o deputado federal Paulo Renato de Souza (PSDB-SP) - durante cuja gestão o “livro comunista” havia sido incluído no rol dos recomendados no Guia do Livro Didático, do MEC -, cuidava de divulgar as denúncias no site de seu partido, além de criticar à imprensa um suposto relaxamento do atual governo na defesa dos critérios de independência e neutralidade adotados pelo MEC. Por mais estranho que possa parecer o zelo pressuroso de um jornal espanhol para com a boa educação das crianças brasileiras, difícil é assumir como a mais plausível a hipótese de casualidade na coincidência entre os fatos. Com certeza, El Pais não visava, com a divulgação do “escândalo”, levar coisa nova para o seu leitor vinda do Brasil: não é de hoje que se contam às centenas os livros desaconselhados pelos especialistas a serviço do MEC – e está longe de ser a primeira vez que o MEC intervém para desautorizar a sua utilização no ensino público. Ocorre que El País é propriedade da empresa Santillana, que controla a editora Moderna – uma das que mais interesse tem no mercado brasileiro de livro didático, um mercado concentrado em mãos de umas poucas grandes editoras, dentre as quais a espanhola. Ocorre também que a Santillana conta em seu corpo de consultores com o ex-ministro da Educação, Paulo Renato de Souza, um dos responsáveis na gestão FHC pela decisão de estender a todos os estudantes da primeira à quarta séries o acesso gratuito aos livros didáticos de Português, História e Geografia, Ciências e Matemática – decisão que viria a converter o governo federal no maior comprador de livros didáticos, e o mercado brasileiro, no maior do mundo, como deve ter previsto o ex-ministro da Educação, antes de se incorporar às hostes da Santillana. Além de contratar o ex-ministro tucano da Educação, a Santillana soube fortalecer a promiscuidade, assim constituída, entre os seus interesses e o de ex-membros do governo FHC, ao contratar também Mônica Messenberg, braço direito de Paulo Renato de Souza no MEC na condição de executiva responsável pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Nos dias seguintes à sua saída do MEC, sem respeitar o período ético e legal da quarentena, Mossenberg passou a ocupar alto cargo executivo no conglomerado Santillana, como diretora de assuntos institucionais (leia-se: lobby junto a governos, secretarias estaduais e municipais de Educação) da editora Moderna. Acrescente-se ao rol de coincidências o fato de a Geração Editorial, responsável pela produção da Nova História Crítica, ser uma das poucas editoras de porte ainda em mãos do capital nacional. A escaramuça da Santillana contra o concorrente nacional é apenas mais um lance na disputa pelo controle do mercado, da qual participam também outras empresas multinacionais e fundos de investimentos norte-americanos. A desnacionalização da produção do livro didático, mediante colaboração tucana - e o risco assim posto à autonomia e à soberania nacional -, é também apenas um dos muitos desafios que deveriam constar do debate sobre a responsabilidade do Estado na definição de uma política pública do livro didático, que o governo Lula e o meu partido estão a dever à nação. Durante muitos anos, a produção de livros didáticos foi conduzida em primeira pessoa pela iniciativa privada, sem a participação do governo, que se limitava a sancioná-la em suas compras, produção sem compromisso com critérios de qualidade educacional e com a adequada informação científica. As escolhas feitas pelo Ministério da Educação não assentavam sobre parâmetros e critérios objetivos e transparentes, deixando caminho aberto ao tráfico de influência e à livre pressão das grandes editoras, em geral associadas a políticos e cujo número não passava historicamente de meia dúzia. Um tal faroeste - que bem poderia simbolizar o ideal liberal do livre mercado -, encontrou o começo de seu fim na discussão nacional do documento “Definição de Critérios para Avaliação dos Livros Didáticos”, publicado em 1994 pelo MEC, em parceira com a Fundação de Assistência ao Estudante e com a Unesco. Seminários e reuniões, realizados a seguir, trouxeram subsídios para a definição dos novos critérios de avaliação. Encerrada a fase de discussão, foi constituída uma equipe de professores, para realizar a análise dos livros. Cada publicação passou a ser avaliada por dois docentes. Se um parecer era contrário ao outro, o livro era submetido à avaliação de um terceiro especialista. Publicações como as de Ciências, das quais fazem parte conhecimentos de diferentes áreas (biologia, astronomia, física etc.), chegaram a ser analisadas até por oito professores. Assim se deu início ao processo de avaliação independente e democrática dos livros didáticos no Brasil, atualmente materializada nos Guias do Livro Didático, distribuídos pelo MEC. Foi um grande passo na construção de uma política do livro didático. Falta muito, porém. A mais recente ameaça ao processo independente e democrático de seleção e escolha do livro didático, sob a coordenação do MEC, surge de grupos educacionais - empresas que exploram a educação privada e que ingressam agora também no setor público, mediante a venda de material didático diretamente às prefeituras, para ser distribuído aos alunos nas escolas. Trata-se de um conluio entre prefeitos e grupos educacionais, que tem por objetivo neutralizar e reverter na prática as diretrizes e normas sobre o livro didático estabelecidas pelo MEC, trazendo de volta o tráfico de influência, a ausência de controle de qualidade e eventual corrupção no processo de compra. Como expediente para escapar ao controle do MEC, prefeitos e empresas entendem-se diretamente na negociação de “apostilas” e “material pedagógico” - eufemismos utilizados para dispensar o governo federal de prover às escolas do município os livros didáticos avaliados pelos especialistas. Para as prefeituras, a compra desse material representa um custo adicional para o orçamento municipal, já que o MEC distribui gratuitamente livros para o ensino fundamental. O argumento utilizado pelos prefeitos para justificar a realização do negócio diretamente junto às editoras é que o material didático adquirido representa um “diferencial de qualidade”. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o negócio do “diferencial de qualidade” entre prefeitos e grandes editoras tem-se revelado como um dos mais rentáveis e auspiciosos, apresentando resultados financeiros que, a cada ano, chegam a 50% acima dos do ano anterior. Assim, entra pela porta dos fundos o que o MEC nos últimos anos havia conseguido expelir pela porta da frente. São elementos suficientes para justificar a necessidade de se promover um debate nacional sobre o papel do Estado na definição de uma política nacional do livro didático. Rui Falcão, 63 anos, advogado e jornalista, é deputado estadual pelo PT. Foi deputado federal, presidente do PT e secretário do Governo da prefeita Marta Suplicy.

 
 

SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO DE SERRA É LOBISTA DE EDITORAS DE LIVROS DIDÁTICOS

http://bogdopaulinho.blogspot.com/

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Escritório do tucano é vizinho de porta de cliente controlado por gigante mundial do setor O deputado federal licenciado e atual Secretário da Educação do governo tucano de José Serra, Paulo Renato Souza, é também o feliz proprietário da PRS Consultores, empresa criada em 2003, especializada na “Indústria do Conhecimento”. No rol de clientes desse insuspeito empreendimento cultural, é possível identificar alguns gigantes do mercado brasileiro de livros didáticos, como as editoras Positivo, Moderna e Santillana. Esta última, por sinal, é um caso à parte, já que, além de controlar as operações da própria Editora Moderna, tem sob seu domínio as editoras Objetiva, Salamandra e Richmond, o Sistema Uno de Ensino e a empresa de avaliação educacional Avalia. Guarde este último nome: AVALIA. Agora, sente-se, por favor. Observe o endereço da Avalia: Avenida: São Gabriel, 201, conjuntos 1408, 1409 e 1410, no 14º andar do Edifício Garden Tower Business, no chiquérrimo bairro paulistano do Itaim Bibi. E veja onde funciona a difusora da "indústria do conhecimento" de Paulo Renato, ex-ministro da Educação de FHC: Av. São Gabriel, 201, conjunto 1406. Para começar a compreender o que está por trás do pornográfico relacionamento dos tucanos com essa pujante "indústria do conhecimento", sugerimos que você clique aqui e releia o artigo de Rui Falcão, publicado em 03/10/2007, no Blog do Favre. Já podemos adiantar aos leitores deste Cloaca News que temos mate na cuia. A semana promete.

 
 

Igreja e Transformação Social: O BRASIL QUE QUEREMOS

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Data: 27 a 31 de julho de 2009 - Hora: segunda a sexta, das 8 às 18 horas)

Local: Centro Pastoral (atrás da igreja dos Capuchinhos)

CURSO DO RIO 2009 Encontro Ecumênico de Formação Pastoral Igreja e Transformação Social: O Brasil que queremos 27 a 31 de julho de 2009 (segunda a sexta, das 8 às 18 horas) Local Centro Pastoral (atrás da igreja dos Capuchinhos) Rua Haddock Lobo, 266 Tijuca, Rio de Janeiro, RJ Programação Sub-temas Assessoria Análise Social Segunda: O Brasil no contexto mundial de crise: limites e possibilidades de um projeto nacional de desenvolvimento Cesar Benjamin – cientista político, Contraponto Editora Terça: O Brasil que queremos Luiz Bassegio – Secretário Executivo do Grito dos Excluídos/as Continental Aprofundamento bíblico, teológico e pastoral Quarta e Quinta: Igreja e Transformação Social em Paulo Mercedes Lopes – biblista, assessora do CEBI Sexta: Pistas de Ação (construção coletiva) Apresentação das oficinas e Celebração de encerramento Ivo Lesbaupin – sociólogo, Iser Assessoria O Brasil tem jeito? Há vários anos as elites e seus representantes nos dizem que não. O povo organizado diz que sim! Otimista, vai tecendo este sonho com fios e cores de todos os recantos do país. Em 2005, mais de oito mil pessoas se reuniram em Brasília na Assembleia Popular - Mutirão por um novo Brasil. Foi uma expressão do poder soberano do povo. Os compromissos foram registrados no documento "O Brasil que queremos", assumido como orientação estratégica e instrumento de trabalho para construir um país onde "a paz seja fruto da justiça". Mas a luta continua! Em 2009 o Curso do Rio, abordando o tema da ação transformadora da fé engajada, se junta aos milhares de grupos da Assembléia Popular para retomar o mesmo processo e reafirmar ainda com mais força como deve ser o Brasil que queremos. Oficinas: As oficinas, dentro da proposta metodológica do Curso do Rio representam um espaço de aprendizado, onde a partilha do saber é concretizada. São instrumentos que ajudam a traduzir, em novas linguagens, os conteúdos apreendidos e vividos no curso. Têm como base os princípios da Educação Popular e visam encontrar formas descontraídas e dinâmicas que ajudam nos trabalhos das comunidades e ou movimentos. As oficinas não visam formar técnicos, mas oferecer uma base importante para se iniciar um trabalho. Cada participante fará uma oficina, mas na inscrição deve assinalar duas opções: 01. Bio-dança: bio-movimento - O objetivo da oficina é proporcionar o desenvolvimento das potencialidades humanas sintetizadas nas cinco linhas : vitalidade, sexualidade, criatividade, afetividade e transcêndencia , através da música e movimento. Oficineiro: (Tony) 02. Criatividade e arte: reciclagem: - A oficina pretende discutir o processo da criatividade e arte. Buscando despertar a criatividade que já existe nas pessoas ressaltando a importância da reciclagem no trabalho comunitário.Objetivando levar cada participante a resgatar a criatividade perdida no percurso do seu crescimento como pessoa. Oficineira: Aline da Silva Barboza 03. Metodologia de trabalho com jovens: - A oficina se propõe trabalhar sobre as diferentes formas de ação com grupos juvenis e de adolescentes, a partir das práticas empregadas em projetos sociais e igrejas. Oficineiro: 04. Leitura popular da Bíblia: - A oficina trabalha a partir de textos bíblicos para aprofundar o tema do Curso deste ano. Utiliza-se a metodologia do CEBI – Centro de Estudos Bíblicos, a saber: refletir a Palavra, em grupo ou em Comunidade, partindo sempre da Realidade. Oficineira: Equipe do CEBI-RJ 05. Políticas Públicas: GAL - Grupo de Acompanhamento do Legislativo Oficineiro: 06. Teatro popular: - Tem como objetivo favorecer o conhecimento pessoal e de grupo e iniciar as pessoas na metodologia de teatro popular para que possam nas suas comunidades trabalhar a representação de maneira simples e fácil para chamar a atenção para os problemas e construir soluções coletivas. Oficineiro: Zé Augusto (Na ficha de inscrição assinale duas opções de oficina, bastando indicar o número) acesse a Ficha de inscrição: http://www.iserassessoria.org.br/novo/curso_do_rio/programacao2009/CursodoRio2009fichadeinscricao.doc Contato: cursodorio@iserassessoria.org.br Encontro Ecumênico de Formação Pastoral O Curso do Rio é um espaço de formação popular de caráter ecumênico, massivo, participativo e de amplitude regional. O curso é realizado todos os anos no mês de julho, de modo intensivo, durante seis dias, das 8 às 18 horas, e reúne cerca de 200 participantes. Objetivos: O objetivo do curso é fornecer formação teológico-pastoral e sociopolítica a lideranças e animadores de comunidades e a cristãos engajados nas pastorais e movimentos populares, procurando articular estudo teórico e experiência pastoral e social, fé e prática, fortalecendo o laicato do estado do Rio de Janeiro. Capacitar pessoas das comunidades para desenvolverem atividades que favoreçam o exercício da cidadania e incentivar as pessoas das comunidades a participarem como cidadãos e cidadãs, de forma organizada, na transformação da sociedade brasileira. O Curso do Rio pretende promover uma maior articulação entre pessoas e grupos que atuam em diferentes igrejas, contextos sociais e regiões, com enriquecimento pessoal e desdobramentos posteriores diversos, como intercâmbio, parcerias e surgimento de novas atividades. O tema é aprofundado a partir dos enfoques sociológico, bíblico-teológico e pastoral, e relacionado com a prática dos participantes na pastoral popular e nos movimentos sociais. Caráter do Curso - Popular: Quanto ao público é dirigido prioritariamente a cristãos e cristãs engajados em pastorais sociais e movimentos populares. O curso pretende ser popular, ainda, quanto à metodologia, procurando associar o conhecimento acadêmico ao saber adquirido na prática eclesial e social. Para isso são de grande valia a dinâmica participativa e as atividades pedagógicas desenvolvidas em oficinas, como Teatro Popular, Dança, Criatividade e Arte, Metodologia do Trabalho com Jovens, Saúde Alternativa, Bio-dança, Liturgia Inculturada, Espiritualidade do Corpo e outras. - Ecumênico: O Curso do Rio quer ser um lugar de partilha e de comunhão entre cristãos de diferentes igrejas que na sua prática social enfrentam os mesmos desafios; busca desenvolver práticas que valorizem as diferenças e desenvolvam a tolerância frente à diversidade religiosa; quer também contribuir para a construção e o fomento de redes de solidariedade ecumênicas e inter-religiosas. - Massivo: O Curso do Rio reúne anualmente cerca de 200 participantes. Ao alternar momentos massivos de plenário com momentos de reflexão grupal, o curso pretende criar situações que facilitem a troca de experiências e a discussão em profundidade dos temas apresentados por assessores qualificados. - Regional: A proposta do curso surgiu para atender a uma lacuna regional de formação. Por isso o curso destina-se a atender prioritariamente ao público do estado do Rio de Janeiro. - Participativo: O Curso inclui uma grande participação de voluntários para as equipes de serviço que atuam em sua organização, preparação e realização. Isto lhe dá o caráter de um grande mutirão de formação do qual participam teólogos, biblistas, cientistas sociais, agentes de pastoral, leigos e leigas engajados em pastorais e nas lutas sociais. Os participantes do curso que vêm de outras cidades e de bairros distantes da região metropolitana são hospedados em comunidades próximas, centros comunitários e casas de família. Temas dos Cursos já realizados: 2008 - Igreja e Educação Popular: desafios e perspectivas 2007 - Mundo do Trabalho e Exclusão Social: Construindo Alternativas 2006 - Meio Ambiente: Projeto de Deus. Cuidar da Casa, Defender a Vida 2005 - Fé e Cidadania: Outra Cidade é possível! 2004 - Construção da Paz 2003 - Fé e Cidadania 2002 - Juventude, Religião e Transformação Social 2001 - Espiritualidade e Compromisso 2000 - Diversidade Religiosa: caminhos e desafios para o diálogo 1999 - Apocalipse: Fim do mundo?! Para entender o Apocalipse hoje 1998 - Construir a utopia para um milênio novo 1997 - Subjetividade e Compromisso 1996 - Neoliberalismo e Exclusão Social 1995 - Os Clamores da Cidade

 
 

Computadores sob Suspeita

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2062/artigo135063-1.htm

Classificação:

Uma das metas mais ambiciosas do governo paulista, comandado pelo PSDB desde 1995, consiste em equipar com computadores os quase quatro mil colégios estaduais de São Paulo, que atendem cerca de cinco milhões de alunos. Trata-se de um megaprojeto, batizado de Computador na Escola, que poderá custar R$ 1,5 bilhão. Só os contratos para a locação de 100 mil microcomputadores têm um custo estimado em R$ 400 milhões e, segundo o que foi informado pelo governador José Serra, até o fi nal do ano os equipamentos deverão estar instalados em pelo menos três mil escolas que já têm salas de informática montadas. O problema é que, apesar da disponibilidade dos recursos e do empenho do governador, o projeto tucano corre o risco de travar, contaminado pelo vírus de licitações suspeitas investigadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e pela Polícia Federal (PF) na Operação Mainframe. A CTIS, empresa vitoriosa na disputa para o fornecimento dos computadores, é acusada pela Polícia Federal de liderar o maior cartel de in formática do País. "Todos os contratos da empresa serão analisados e vamos instaurar quantos inquéritos forem necessários", afi rmou por meio de sua assessoria o superintendente da Polícia Federal em Bra sília, Disney Rosseti.

 
 

George Benson- Um Tributo Inesquecível a Nat King Cole

http://www.viafunchal.com.br/shows.asp?ID=389

Data: 07 e 08/06/2009 - Hora: 21 horas

Local: VIA FUNCHAL

Show de abertura Esperanza Spalding Legendário guitarrista/cantor revisita a música de Nat King Cole e adiciona alguns de seus incríveis sucessos para uma mistura bem dosada. É preciso uma lenda para homenagear outra. E é exatamente isso que o vencedor de 10 Grammys® George Benson demonstra em sua elegante performance de “Um inesquecível Tributo a Nat King Cole”. O tributo de Benson, que foi lançado com o Los Angeles Walt Disney Concert Hall cheio, tem sido até agora um retumbante sucesso. O Los Angeles Times publicou que a conexão de Benson com Cole não foi baseada em simulações, mas sim “na habilidade de 02 ótimos artistas de jazz alcançar com sucesso e musicalmente um público eclético”. Benson e sua banda, acompanhados de um coro de 06 pessoas e orquestra de cordas com 28 membros regida por Randy Waldman, (maestro de Barbra Streisand, Josh Groban e outros) presta seu tributo aos sucessos clássicos de Nat King Cole com luxuriantes orquestrações e, às vezes, encantadoras interpretações do Trio King Cole de be-bop. Com precisão e inovação, Benson “entrega” as canções favoritas de Cole, como “Mona Lisa”, “Stardust”, “Route 66”, “Looking Back”, ‘We’re Too Young” e “Nature Boy”, juntamente com os muitos outros sucessos de Nat, incluindo uma performance de “Unforgettable” de colocar o teatro abaixo. O show tem sua conclusão com o incomparável combo de Benson juntando-se a ele para uma série de seus sucessos vintage, como “Give Me The Night”, “Breezing”, “Moody’s Mood For Love” e “On Broadway”. Esperanza Spalding De tempos em tempos surge um novo artista com talento e potencial tão grandes que desafiam e redefinem as percepções gerais do que é e para onde se dirige o Jazz. A nova luz sobre o horizonte pode ser uma empolgante cantora num ano, ou talvez um incomparável virtuose instrumental alguns anos depois, ou ainda um brilhante compositor. A baixista / cantora / compositora Esperanza Spalding é todas estas coisas e muito mais. E ela vai, de fato, desafiar e expandir suas percepções a respeito do jazz. Armada com incríveis peças instrumentais, uma voz de sereia que canta três línguas, e habilidade de composição e arranjos que conjuga os melhores elementos da velha escola com a progressiva, essa jovem de 23 anos de idade criou um álbum que tem uma abordagem totalmente inovadora do jazz por integrar as ricas tradições do soul, pop, world music e muito mais.

DIA 15 DE MAIO - DIA D@ ASSITENTE SOCIAL


DIA 15 DE MAIO - DIA D@ ASSITENTE SOCIAL

 

“Não é por acaso que se faz a escolha por essa profissão:

Ninguém a procura para ter mais dinheiro,

para ter mais status, para ter mais prestigio [..]

É uma profissão especial,

guiada por valores nobres e não utilitários

envolvidos em uma mística que torna o seu exercício,

mais do que um emprego,

um meio de realizar projetos pessoais e sociais,

de fundo religioso, político, humanístico e etc.”

 

(Marilda Iammamoto)

 

 
 

26 UNIVERSIDADES FEDERAIS ADERIRAM AO NOVO ENEM

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/05/mapa-do-enem-pelo-brasil.jhtm

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VIAGEM À ÁFRICA

http://www.pucsp.br/imprensa/noticias/varias_noticias/08_05_09_africa.html

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Até o dia 30/5, serão promovidos debates e oficinas de línguas danças, a mostra de cinema, artesanatos e degustação de pratos típicos dos países de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique. O objetivo do ciclo Viagem à África é possibilitar à comunidade universitária maior contato com algumas das diversas etnias e manifestações culturais da África, além de entender mais sobre a grande miscigenação e a proximidade histórico-cultural com o Brasil. A abertura será dia 18/5, às 19h30, no auditório superior do Tuca.

 
 

Falta de expectativas quanto ao futuro é principal motivo de evasão escolar

http://blogln.ning.com/profiles/blogs/falta-de-expectativas-quanto

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LILIAN MILENA Da Redação - ADV Jovens em idade escolar abandonam estudos mesmo tendo condições financeiras para prosseguir. O motivo está ligado a falta de conhecimento quanto aos benefícios da educação sentidos ao longo dos anos. Os adolescentes querem respostas rápidas as suas necessidades sociais e escola e comunidade ainda não foram capazes de provar a importância da formação para o futuro profissional.

 
 

O curioso caso de Jeson Button

http://br.noticias.yahoo.com/s/27042009/48/esportes-noticias-opiniao-curioso-caso-jenson.html

Por Gerson Campos, colunista do Yahoo! Esportes O filme não é mais novidade e muitas brincadeiras parodiando "O Curioso Caso de Benjamin Button", produção protagonizada por Brad Pitt, já foram feitas com Jenson Button. Mas é impossível não tomar a história da carreira do piloto até como uma lição de perseverança e associá-la, mesmo que de forma caricata, ao filme em que Benjamin nasce velho e vai ficando novo, vivendo ao contrário e só chegando ao auge de sua forma em idade avançada (é bom, assista). Falar da trajetória do inglês não lembra só a questão do desemprego recente, das três vitórias em quatro etapas e da liderança do campeonato pouco depois. A coisa começou muito antes.

APOIO A JOAQUIM BARBOSA

Apoio a Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa é um brasileiro nato no STF, me senti representado naquele discussão. O problema é que a grande imprensa está tentando descaracterizá-lo como jurista, quando diz que ele tem mais perfil para Procurador , pois sua origem é no Ministério Público Federal. Mesmo assim, o presidente da república, acertou em cheio em nomeá-lo para ser ministro do STF em 2003. Nesse momento, temos que enviar e-mails para Rádios e Blogs e Sites de notícias com manifestações de apoio a Joaquim Barbosa
Um abraço
Adilson Ferreira
PS : Na votação do STF sobre a Lei do Piso e da Hora Atividade ele votou a favor dos Professores

Comunidade: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=33197068
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