Boris Casoy e Band podem responder por 13 ações de garis na Paraíba
Boris Casoy e Band podem responder por 13 ações de garis na Paraíba
Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA
O caso do comentário jocoso do jornalista Boris Casoy a respeito de dois garis durante a edição de 31 de dezembro do "Jornal da Band" pode gerar um imbróglio judicial de proporções incalculáveis à TV Bandeirantes e ao âncora.
O advogado José Dinart Freire de Lima, que junto à advogada Miriam de Souza Lima, é responsável pelo processo do gari paraibano Demilson Emídio dos Santos contra o jornalista - o quarto do caso - declarou em entrevista ao Portal IMPRENSA que, só na cidade de Campina Grande, sob sua tutela, existem outras 12 ações de garis que sentiram-se ofendidos com o episódio.
Lima explicou que os pedidos de indenização possuem textos idênticos e se apoiam no princípio de que "todo o gari pode se manifestar, pois a ofensa foi contra a categoria", não especificamente a um profissional, tese que pode ser comprovada, segundo o advogado, pela parte do comentário do jornalista que adjetiva o profissional que atua em limpeza e manutenção como sendo "o mais baixo da escala do trabalho".
O valor estipulado nas ações paraibanas é de R$ 50 mil, mas Lima acredita que, após julgamento da primeira ação, será estipulado um teto que "não onere de maneira desproporcional nem a emissora, tampouco o jornalista".
A ação dupla - contra a Band e Casoy - justifica-se, no entendimento do advogado, pois a Rede facilitou a disseminação do comentário do jornalista, uma vez que lhe forneceu a plataforma para tal.
Questionado se o número de ações não indicaria oportunismo, Lima observou que cada gari brasileiro que sentiu-se ofendido com o comentário pode pedir indenização, desde que "prove atuação na área".
Já o pedido de indenização - mesmo depois da retratação pública do jornalista - é legítimo, segundo o advogado, pois houve uma ofensa que não se repara com declarações, considerando a "angústia" a que foram submetidos os garis.
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Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/02/08/imprensa33660.shtml
Denúncia de crime: Serra segura rio e alaga pobres para inaugurar obra

Prefeitos da região do Alto Tietê – Ferraz de Vasconcelos, Guarulhos, Santa Isabel, Suzano, Poá entre outros – procuraram o senador Aloísio Mercadante para fazer denúncia que pode caracterizar um crime.
(No Hemisfério Norte, seria.)
O Governador da elite de São Paulo, Zé Alagão, segura a água do rio Tietê na barragem da Penha para impedir que a água chegue à avenina Marginal, onde Zé Alagão faz uma obra inútil, mas visível.
(Os 90 piscinões que ele deixou de construir para ajudar o Tietê são invisíveis.)
Ao segurar a água do Tietê antes de chegar à Marginal, Zé Alagão enche o rio e provoca alagamento na região pobre da cidade, onde moram, na maioria, nordestinos – por exemplo, no Jardim Romano, o Katrina do Serra.
Resumo da denúncia-crime: para inaugurar a obra e simular eficiência, Zé Alagão distribui água com esgoto e doenças a moradores do Jardim Romano e de toda a Zona Leste.
Como diz o Ciro Gomes, ele não tem escrúpulos.
Se for preciso, passa com um trator por cima da mãe.
Como diz o Ciro Gomes, Serra numa disputa eleitoral é garantia de jogo sujo.
A denúncia-crime se torna mais grave, porque Zé Alagão não investiu para limpar o leito do rio.
O Tietê está sujo de erosão.
(O lixo jogado pelos homens é irrelevante para sujar o leito do rio. O que suja o leito do rio é a erosão natural.)
Perto de Jacu-Pêssego, por exemplo, o Tietê tem um metro de profundidade !
É por isso que, com a água represada, alagam o Jardim Romano, Guarulhos e Itaquaquecetuba.
Com a sujeira do leito dos rios, os afluentes não conseguem entrar no Tietê e enchem e alagam, também.
Outra denúncia-crime.
No dia 1º de outubro, o INPE apresentou um relatório sigiloso ao Zé Alagão que previa um verão muito chuvoso.
O que recomendaria minimizar o volume de água das represas de São Paulo, porque com a chuva próxima, elas possivelmente encheriam.
Zé Alagão não fez nada para impedir o vazamento das represas com o iminente aumento da chuva.
Resultado do crime denunciado: 73 mortes, 34 cidades em estado de emergência, 20 mil pessoas desalojadas, e 5 mil desabrigadas irremediavelmente (não poderão voltar às suas casas).
(Quantas dessas vítimas são nordestinos ?)
Em que setor da administração pública Zé Alagão pode invocar eficiência ? – não é na matemática: clique aqui para ler Estadão, pág. A21, “alunos das escolas públicas de São Paulo não somam 2 + 2″.
Clique aqui para ler “Chuíça, houve um surto de violência em São Paulo em 2009.”
O que faz dele um candidato “consistente”, como diria a Eliane Catanhêde ?
Como me disse um governador do PMDB: Zé Alagão é candidato com um único argumento: o controle do PiG (*).
Como diz o Paulo Henrique Amorim: não fosse o PiG (*), esses tucanos de São Paulo não passavam de Resende.
Paulo Henrique Amorim
Em tempo: Até a Globo sabe que Zé Alagão sabia que ia chover muito e não leva secretária do Zé Alagão a sério. Do amigo navegante Raphael:
Enviado em 05/02/2010 às 12:23
E continua a campanha do Zé para culpar a população pelas catástrofes climáticas do estado. Faz-se necessário informar aos excelentíssimos secretários e aos governadores tucanos que muito embora pensem estarem na Chuíça, a dura realidade é que São Paulo continuará tendo o clima típico da região sudeste do Brasil: subtropical. Contra isso, não há índices ou números que corroborem a justificativa para um despreparo colossal deste (des)governo de mais de 15 anos e que não consegue combater preventivamente uma chuva de período de retorno de no máximo uns 20 anos. Abaixo o link, com o papel ridículo que o Serra faz seus secretários passarem. Convenhamos, no universo kameliano que a repórter esta inserida, sua coragem e sua disposição tornaram-se louváveis. Quero uma imprensa independente. Fora PIG!
Clique aqui para ver.
Clique aqui para ler “Escavadeira cai no Tietê e não afunda”.
Clique aqui para ler “Família de morto acha que árvore de Serra matou o motorista”.
Clique para ler “A soweitização de São Paulo em marcha acelerada”.
Clique para ler “A corrupção faz chover em São Paulo”.
Clique para ler “Serra tenha coragem e diga que fica para ajudar os pobres do Jardim Romano”.
Clique aqui para ler no Estadão, pág. C4, 73 mortes depois, “Serra vai investir R$ 305 milhões no Alto Tietê … para limpar o rio e construir 4 (? ) piscinões”.
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
Fonte: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=26725
APEOESP TEM CAPANGAS
APEOESP TEM CAPANGAS!
Um colega de Mauá foi agredido por capangas da APEOESP neste ato. Eu estava encostado na grade da Secretaria da Educação, como estou recém-operado me limitei a ficar ali parado e assistindo tudo. Uma vez saí dali e questionei o ex-presidente da APEOESP conhecido como Carlão e um tal de Guido e alertei-os "Parem de enganar os Professores! Quem aprovou a Avaliação desempenho foi a presidente da APEOESP conforme está publicado na página 47 com o voto da relatora que nada mais é do que a Presidente da APEOESP quem quiser ler está aí o link das Diretrizes Curriculares Nacionais
http://apeoespsub.org.br/especiais/revista_diretrizes_nacionais.pdf "
A presidente da APEOESP começou a falar de forma inconsequente no caminhão de som e provocou um representante de Poá-SP constrangendo-o e chamando de covarde. O representante de Poá se sentiu agredido e pediu direito de resposta correndo para atrás do caminhão de Som e pedindo direito de resposta. Nesse momento, várias pessoas correram para atrás do caminhão de Som, quando um bando de Capagangas da diretoria da APEOESP impediram as pessoas de subirem no caminhão. Um colega de Mauá chamado Mauro que na reunião de sábado tinha contestado a posição da Diretoria foi cercado por quatro capangas da Diretoria da APEOESP que o chutaram e o agrediram, ele naturalmente revidou e conseguiu escapar sem escapar de algumas bordoadas. Essa é a realidade da Diretoria da APEOESP que chamou os professores de forma inconsequente a impedirem a atribuição de segunda-feira. A pergunta é a Diretoria da APEOESP vai para a linha de frente enfrentar o spray de pimenta da PM? Será que eles não tem noção ao jogar professor contra professor em uma atribuição e incentivando a truculência em um processo de atribuição? Os relatos escritos nesse post foram vistos pelos meus olhos e dou fé do que assisti. Não escrevi esse post com satifação e sim com muita indignação, infelizmente a categoria está entregue na mão de pessoas inconsequentes! Um abraço a todos
Adison Ferreira
MILHÕES INVESTIDOS NA EDUCAÇÃO
Uma vez entrei na Comunidade do José Serra e disse que o governador vê a Educação como todos, isto é, como números inclusive professores e alunos e que faltava humanização na forma de tratar a Educação pública no Estado de São Paulo. Eles além de me expulsarem da comunidade depois de vários posts meus inclusive com o vídeo sobre como o governador trata os policiais deficientes:
http://www.youtube.com/watch?v=bAJZHcC4VqI&feature=player_embeddedhttp://www.youtube.com/watch?v=nrSNEEuT1Rk&feature=player_embeddedNúmeros, números e números é assim que eles tratam a gestão pública de pessoas. Não são humanos ou são alheios aos problemas reais. Tanto o PSDB como o PT que são os grandes partidos do país se defendem das acusações de desleixo da educação citando números e milhões investidos. Eles constroem gastam milhões, mas não zelam e, assim, o sucateamento dos serviços públicos passa a idéia para a população de que tudo tem que ser privatizado. E assim, passam e entram governos e a situação da Educação não muda. Quem não concordar ou pensar diferente, posta aí.
Um abraço a todos
Adilson Ferreira
PASTORAL DA JUVENTUDE PARTICIPA DE FÓRUM SOCIAL MUNDIAL
PASTORAL DA JUVENTUDE PARTICIPA DE FÓRUM SOCIAL MUNDIAL
Porto Alegre, 29 jan (RV) – Inseridos também no cotidiano da comunidade jovem, a Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil marcou presença na 10° edição do Fórum Social Mundial com a participação de um grupo católico de jovens.
Iniciado nesta segunda-feira, o Fórum deste ano ocorre de forma descentralizada, em várias partes do mundo. No Brasil, está focado em Porto Alegre, lugar de nascimento do FSM, e em Salvador.
Segundo comunicado enviado pela Conferência Episcopal, muitas organizações estão presentes no evento, incluindo a Pastoral da Juventude do Brasil.
Como principal atividade, durante o Fórum, a pastoral pretende difundir a Campanha Nacional contra a violência e o assassinato de jovens. De fato, é o centro sua atividade desde em novembro do ano passado, quando foi lançada durante o 7° Encontro Nacional do Movimento Fé e Política, ocorrido na cidade de Ipatinga, Minas Gerias, e se estenderá até o fim de 2011.
Contando com dezena de organizações da sociedade civil, tem como objetivo mobilizar grupos de jovens de todo o país na luta pelo direito à cidadania, com o slogan: "Jovens em marcha contra a violência".
O programa prevê seminários temáticos, envolvendo diversos movimentos sociais e organizações da sociedade civil que participam do Fórum, e discussão sobre a crise econômica que atingiu o mundo ano passado.
O violento extermínio de jovens é uma grande ferida na sociedade brasileira católica. Está se organizando, ainda, para 2011, uma marcha com a participação em massa de jovens contra esse flagelo. (LC)
Fonte: http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=353003
Editoriais do Jornal "O Estado de São Paulo" e Grupo Bandeirantes de Comunicação.
Nas comunidades sociais que costumo frequentar, Orkut e Twiitter tenho percebido cada vez mais as pessoas se posicionarem politicamente sobre suas preferências partidárias, por meio de críticas veladas aos partidos oponentes. O Jornal "O Estado de S.Paulo" do qual sou assinante e leitor tem em seu Fórum dos Eleitores, que graficamente situa-se abaixo dos colunistas e Editoriais respectivamente nas páginas A2 e A3, apenas mensagens de eleitores que fazem críticas explícitas ao Governo Lula e isso de certa forma entra em consonância com os Editorias do Estadão.
Editorial é opinião do Jornal e partindo desse dogma tão impregnado na imprensa brasileira, eu questiono, até que ponto Editoriais do Estadão e de outras empresas de comunicação como o grupo Bandeirantes influem na intenção de voto do eleitorado. Essas duas empresas de comunicação tem blindado o Governador de São Paulo e o Prefeito de São Paulo da suas respectivas culpas nas enchentes que assolam não só em São Paulo como também em toda região metropolitana de SP.
Partindo dos aspectos abordados nesse post, começo a entender os motivos pelos quais a população do Estado de São Paulo se mantém tão conservadora nas eleições tanto muncipais quanto estaduais. Está claro que os paulistas e paulistanos têm medo de ousar e mudar os seus personagens políticos. Até quando? Escrevo e tenho dito!
Adilson Ferreira
CADERNOS DOS ALUNOS NO ESTADO DE SÃO PAULO

Conforme reportagens da Globo e Bandeirantes vinculadas no ano passado, as escolas que alcançaram os maiores rendimentos no Estado de SP são justamente as que deixaram de lado esses famosos "caderninhos" e focaram na autonomia pedagógica e comprometimento pedagógico tanto do corpo docente como do gestor. Nesse caso, os cadernos ficaram como lição de casa para os alunos. Creio que o Professor tem que voltar a planejar suas aulas de acordo com a realidade pedagógica de seu auditório, fórmulas mágicas não resolverão. Os cadernos do Estado podem ser norteadores de boas idéias pedagógicas para determinadas situações de aprendizagem, mas estão longe de serem a solução da Educação no Estado de SP. Um abraço a todos
Adilson Ferreira
LULA, O FILHO DO BRASIL
Ontem assisti ao lado de meu Pai (metalúrgico do ABC da Ford na greve dos metalúrgicos em 1980, onde venceu a experiência de greve e participante da Assembléia de Vila Euclides), minha mãe, tia e meu irmão o filme "Lula, O filho do Brasil". É claro que no Cinema a gente tem que se comportar, mas quando chegou aquela cena em que os metalúrgicos corriam da PM depois do término da Assembléia de Vila Euclides, eu não resisti e falei para o meu pai que estava do lado "Corre Pai! Corre Pai!" rsrsrsrsrsrs. Foi de certa forma emocionante assistir aquele filme ao lado de um personagem real daquelas cenas que foi meu Pai. Lembro-me que eu tinha 6 anos e quando meu pai chegou todo rasgado e com o joelho machucado eu disse ao meu Pai na época " Pai, pára com essa de história de fazer piquete!". O tempo passou e a luta continua e até eu com dois cargos no Estado fiz comando de greve nas duas diretorias de ensino que trabalho, a saber, Mauá e Leste 3. Um abraço a todos
Adilson Ferreira
SERRA E SUA CULPA NAS ENCHENTES

Do Agora/Folha de S. Paulo:
Kassab retoma obra antiga de piscinão
"A administração do então prefeito José Serra (PSDB) engavetou em 2005 um projeto de quatro piscinões que visavam acabar com as enchentes no vale do Anhangabaú, como a que fechou o túnel na última segunda-feira e interrompeu o trânsito no centro".
Em outro trecho, a reportagem diz o seguinte: "À época em que o projeto foi engavetado, a Secretaria de Infraestrutura Urbana da prefeitura dizia que buscava encontrar um uso melhor para os US$ 104 milhões (R$ 181 milhões hoje) que a prefeitura, na gestão de Marta Suplicy (PT), obtivera para a obra junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
Cinco anos depois, os técnicos concluíram que a construção dos piscinões é a melhor forma de usar aquele recurso. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) vai executar o projeto de 2004 sem qualquer alteração. O início das obras está previsto para este ano e elas devem durar dois anos. A prefeitura diz não saber em que mês as obras vão começar".
Copa 2014: Fifa não pagará impostos por 5 anos e "dará" visto a quem quiser
Copa 2014: Fifa não pagará impostos por 5 anos e "dará" visto a quem quiser
por Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br
Está no site Congresso em Foco: "Zero de impostos para Fifa na Copa de 2014"
A nova facada nos cofres públicos e no bolso do contribuinte com pretexto futebolístico foi anunciada segunda-feira pelo site do Ministério do Esporte, que ressaltou: "A isenção tributária é uma das 11 garantias governamentais oferecidas pelo governo federal para cumprir as exigências da Fifa para a realização da Copa do Mundo no Brasil".
Sim, sim, muito bonito. A "Dona" Fifa traz seu evento para o Brasil e impõe condições. E elas não são poucas. Em meio a todas exigências, a de que o Brasil abra mão de tributos. Com isso, não só a entidade internacional como seus parceiros comerciais terão absoluta isenção por conta do Mundial de Futebol em 2014. Mais patético ainda é que não foi a Fifa quem apresentou um pedido nesse sentido, mas o governo brasileiro tenta convencê-la.
Assim, o projeto detalhando o "presente" foi apresentado ao ilustríssimo secretário-geral Jerome Valcke, pelo homem que mais troféus e medalhas entrega no país. Ele mesmo, o ministro do Esporte, Orlando Silva. O site acrescenta que o texto a ser enviado ao Congresso em fevereiro ainda sofrerá ajustes por parte da Fifa. Sim, senhoras e senhores, a toda poderosa do futebol ainda vai alterar o que achar necessário.
A notícia publicada pelo Congresso em Foco tem trechos ainda mais estarrecedores: "(Orlando) Silva, o secretário-executivo da Fazenda, Nelson Machado, o secretário de Futebol do Ministério do Esporte, Alcino Rocha, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, membros da Casa Civil e de outros órgãos do governo esperavam pela aprovação da entidade que rege o futebol. Apesar da instituição ter gostado do que viu, ainda pediu um tempo para analisar a matéria".
Observe bem o detalhe: a Fifa exige isenção de impostos. O governo assegura que dará. Para isso apresenta um projeto à entidade e ela, a "dona" do futebol, pede para analisar e ver se está ok. Demais, não? Soberania nacional é lixo perto das exigências desses cartolas. E nem estamos falando de outras aberrações em nome da Copa 2014, como os estádios bancados pelo dinheiro público e suas cifras astronômicas, como R$ 500 milhões pela (mais uma) reforma do Maracanã.
O resumo da ópera? Voltemos ao Congresso em Foco: "A Fifa terá a isenção de impostos como PIS e Cofins, que incidem sobre faturamento; Imposto de Renda; contribuição previdenciária do empregador; IOF e imposto de importação, entre outros".
Em outubro o site mostrou a saia justa entre as pastas do Esporte e da Fazenda. Orlando Silva e seus Blue Caps queriam atender a todas as exigências. Já o ministério de Guido Mantega pretendia um meio-termo, "como foi na Copa da Alemanha". O Congresso em Foco acrescenta que, ao final, prevaleceu o que acontecerá este ano na África do Sul: 100% de isenção.
Fifa e parceiros estarão livres de impostos de janeiro do ano que vem até o fim de 2015! E a Copa terminará em julho de 2014. Claro que políticos e dirigentes têm várias desculpas para isso. Como contribuinte e cidadão, você as engole se quiser. Acha que acabou? Tem mais: a entidade cobra garantias de proteção às suas marcas. Ou seja, quer se livrar da pirataria, algo que, na prática, ninguém consegue.
Satisfeito? Calma, ainda tem mais. Outra exigência é a fácil concessão de vistos de trabalho temporários, de imigração etc. Ela será dada. Assim, se Osama Bin Laden for amigo dos cartolas, quem sabe ele não aparece para ver a Copa?!--
Fonte:http://espnbrasil.terra.com.br/copadomundofifa/post/95375_COPA+2014+FIFA+NAO+PAGARA+IMPOSTOS+POR+5+ANOS+E+DARA+VISTO+A+QUEM+QUISER
AVALIAÇÃO POR MÉRITO PARA OS PROFESSORES DO ESTADO DE SP - IDEALIZADA PELA PRESIDENTA DA APEOESP
Aval. Desempenho- "Serra" não é tão culpado assim
Caros colegas de Profissão , eu estava navegando no site da APEOESP e encontrei um link chamado
"MEC homologa Diretrizes Para Novos Planos de Carreira e de Remunueração do Magistério dos Estados",
do Distrito Federal e dos Munucípios. Baixei o arquivo e a Relatora foi uma Conselheira denominada Maria
Izabel Azevedo Noronha, se eu ainda estou com uma memória boa essa não é a Presidente da APEOESP.
página 47 está o voto da Presidenta da APEOESP que foi a relatora e abaixo vem a resolução que institui
no País a Avaliação Desempenho que todos os Estados da Federação têm que instituir em seus Estados,
portanto o governador José Serra com a Lei Complementar nº 1097, de 27 de outubro de 2009,regulamentada
pelo Decreto nº 55.217, de 21 de dezembro de 2009 que cria a Avaliação Desempenho apenas cumpre as
Diretrizes Nacionais assinada e votada inclusive pela Presidente da APEOESP.
Um abraço a todos
Adilson Ferreira
Avaliação Desempenho na Educação de SP

Avaliação Desempenho na Educação de SP
A avaliação desempenho tem como um de seus pilares ideológicos a Demissão de Professores que é o sonho da UDEMO e de alguns diretores que sonham um dia poder demitir Professor, pois na visão deles nos países desenvolvidos é assim. Não escondo de ninguém que sou assinante e leitor do Estadão, pois leio os contrapontos para poder melhor argumentar os conservadores e reacionários da direita.Na época da nossa greve de 2008 várias entrevistas foram publicadas e o título de uma entrevista de um especialista e idealizador de avaliação de professor era "É preciso demitir Professores" e o mote da entrevista circulava justamente o documento de diretrizes para a carreira do Magistério que a Presidente da APEOESP apóia. A tendência é que a avaliação desempenho acabe com a "estabilidade" do Professor efetivo e concursado, e isso eles não vão fazer da noite para o dia é um processo que a APEOESP tem ciência que está em andamento e joga areia nos olhos da categoria com pseudo-lutas em porta de Assembléias Legislativas com vistas às eleições. O objetivo da APEOESP é também formar quadros políticos e isso quem disse não foi eu foi a Presidenta da APEOESP na Conferência de Serra Negra. Pobres Professores da Rede Estadual, ops... eu sou um também, estamos entregues aos Lobos! Um abraço,
Adilson Ferreira
A INAPETÊNCIA ADMINISTRATIVA DE JOSÉ SERRA
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/12/21/a-inapetencia-administrativa-de-serra/#more-42239
Classificação: 
A inapetência administrativa de Serra
Do Último Segundo
Coluna Econômica 21/12/2009
Independentemente das eleições do próximo ano, quando baixar a poeira permitindo uma avaliação serena de sua administração, o governador José Serra não entrará para a história da administração pública do Estado.
Pelo contrário, o balanço de três anos de gestão revela um mérito – administração financeira responsável – e uma falta de vontade de administrar poucas vezes vista no Estado.
Mesmo a Geraldo Alckmin – que tem lacunas como administrador – não faltava vontade de fazer, embora tivesse dificuldades evidentes para escolher o secretariado e definir políticas públicas inovadoras.
***
No caso de Serra, um dos fatores que pesou foi o fato de, desde o início, estar com a cabeça na futura eleição para presidente da República. Com isso, toda sua energia passou a ser canalizada para articulações e para algo inusitado para um governante com sua responsabilidade: monitorar e responder às críticas da imprensa. Certa vez, em reunião do secretariado, admitiu que chega a gastar três horas por dia lendo os jornais e articulando reações ou respostas a pontos que não lhe agradam.
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Costuma dormir às quatro da manhã. De madrugada passa mensagens pelo Twitter – sistema de mensagens curtas da Internet. Dormindo tarde, começa a trabalhar tarde.
Seu dia não começa antes das 11 da manhã – em geral, em compromissos fora do Palácio Bandeirantes. Praticamente não participa das reuniões do Secretariado.
Cada Secretário encolheu-se em sua área, faz o seu trabalho sem que Serra tenha noção clara do que acontece no seu governo. Nas reuniões, seu único empenho consiste em cobrar a aceleração de obras, para poder entregar no decorrer de 2010.
***
Entra no jogo apenas em momentos de crise. Quando isso ocorre, não raras vezes emperra o processo decisório com indecisões frequentes.
Na greve da Polícia Civil, por exemplo, permitiu que o caldeirão entrasse em fervura recusando-se durante semanas a receber representantes do movimento. Só tomou uma decisão quando eclodiram conflitos em frente do Palácio Bandeirantes. Na semana seguinte, aceitou sem pestanejar todas as reivindicações dos policiais – inclusive a de reduzir o tempo de trabalho para aposentadoria de 35 para 30 anos.
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Quando explodiu a crise mundial, industriais paulistas procuraram o Palácio Bandeirantes atrás de medidas que ajudassem a amenizar o desastre – especialmente em máquinas e equipamentos, setor que experimentou queda de 40% na produção.
Serra passou meses sem receber as lideranças. Aí a Abimaq (que representa os fabricantes) acertou um pacto com a CUT e a Força Sindical – que ameaçaram com uma manifestação em frente o Palácio. Só aí Serra aceitou algumas concessões tributárias ao setor, além de destinar uma verba – proveniente de recursos da venda da Nossa Caixa – para financiamento ao setor. Já era mês de março.
Se estivesse à frente do governo federal, essa demora teria sido fatal para a superação da crise.
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O resultado desse desinteresse se reflete no descontentamento que grassa em seu secretariado – no qual os Secretários são desestimulados a mostrar seu trabalho e Serra, por desconhecimento do que se passa, é incapaz de mostrar realizações na imprensa.
O caso Detran – 1
Logo no início do seu governo, foi estimulado por alguns secretários a tirar o Detran das mãos da Polícia Civil. Alguns funcionários, egressos do governo Mário Covas, lembravam-se do drama do governador. Necessitando de fundos de campanha, foi obrigado a aceitar a sobrevivência dos esquemas do Detran. Mas quando falava do tema, chegava a chorar de raiva e de impotência.
O caso Detran – 2
Com Serra entrando, o caixa de campanha fornido, foi-lhe sugerido limpar a área. Serra recusou com receio da reação da cúpula da Polícia Civil. “Até Pernambuco, de Jarbas Vasconcellos, fez essa limpeza “, contava-me um alto funcionário do secretariado de Serra. Hoje São Paulo é um dos cinco ou seis estados da Federação que ainda não conseguiu romper com os esquemas do Detran.
A gripe suína – 1
A dificuldade em gerenciar o Estado explode em vários outros episódios. Jamais recebeu lideranças de suinocultores no Palácio. Quando ocorreu o famoso episódio da gripe suína – na qual Serra gravou uma entrevista (que virou campeã do Youtube) relacionando a gripe com os porcos -, vendo o estrago convidou o setor para um almoço. Todos foram para o restaurante Varanda Grill e ficaram aguardando o governador.
A gripe suína – 2
Serra chegou atrasado, com uma equipe de TV a tiracolo. Mal cumprimentou os presentes, pediu um bife de carne suína, cortou um pedaço, levou à boca – tudo devidamente registrado pelos cinegrafistas – despediu-se secamente e foi embora. A intenção foi apenas a de registrar cenas, caso os adversários resolvessem explorar o tema na campanha.
Esvaziamento – 1
São Paulo tem as melhores universidades, os melhores institutos de pesquisa do país, as melhores empresas, a infra-estrutura mais completa, os melhores quadros intelectuais. Caso Serra ainda tivesse mantido a energia de outrora, poderia ter mudado a face do país a partir de São Paulo. Com sua inapetência administrativa, houve um afastamento gradativo dos melhores quadros do partido.
Esvaziamento 2
O grande desafio dos próximos anos será a recomposição da oposição, o renascimento do PSDB sob outra base. Aparentemente houve o esgotamento completo da geração que emerge das diretas. FHC já está fora do jogo; Serra joga sua última cartada. Mas o egocentrismo das velhas lideranças, o desaparecimento dos grandes vultos, como Franco Montoro, Mário Covas, impediram a renovação do partido. A nova geração surgirá apenas quando a velha for afastada pelo tempo.
SOBRE A POSIÇÃO DA APEOESP A RESPEITO DOS PROFESSORES OFAS

Sobre a posição da APEOESP ser contra a prova é questionável, pois na assembléia do dia 4 de julho ela recuou e aceitou negociar a provinha quando nós estávamos em greve. E mais, a Presidente da APEOESP tem um discurso contra a provinha nas assembléias e reuniões da entidade só que nas rádios , CBN, Bandeirantes, Folha de São Paulo se diz a favor sim das avaliações para os Professores. Na reunião da APEOESP com o ex-ministro do Trabalho Luiz Marinho que hoje é Prefeito de São Bernardo, e na época criou-se a SPPREV a APEOESP entregou de bandeja a cabeça dos contratados, ao discursar para a categoria que tinha conquistado uma VITÓÓÓÓÓÓÓRIA DA CATEGORIA, com a falácia de que tinha conquistado a estabilidade dos OFAS, só esqueceram de avisar os Professores que por trás daquela medida viria a avaliação dos Professores. Mas, com o perdão da palavra os Professores foram cúmplices, pois permitiram que a APEOESP negociasse dessa maneira na criação da SPPREV. O que está acontecendo hoje é reflexo de toda essa conjuntura, enquanto o sindicato dos professores estiver na mão de pessoas que estão intrinsecamente ligadas ao poder por meio de partidos, a categoria continuará a colecionar derrotas e mais derrotas e uma coisa que me incomoda pelo menos nas escolas que trabalho é a inércia de alguns colegas efetivos que parecem estar anestesiados, não são todos, mas em boa parte dizem Amém aos desmandos não só do Governo de SP como também da Própria APEOESP, que estava mais preocupada nos últimos tempos com as eleições e a perpetuação do poder de um grupo denominado Articulação Sindical do que com a própria categoria. Um abraço a todos