Pra 2012 nascer feliz: desafios da 2ª Conferência de Juventude
Pra 2012 nascer feliz: desafios da 2ª Conferência de Juventude
27 de Dezembro de 2011
Entre os dias 9 e 12 de dezembro, jovens de todo o país estiveram em Brasília com a realização da 2ª Conferência Nacional de Juventude. Em meio a tantos espaços de participação social que se realizaram nestes dias, a Conferência de Juventude marcou um novo ciclo das políticas públicas destinadas aos jovens brasileiros.
Com o significativo lema “Conquistar Direitos, Desenvolver o Brasil”, nosso encontro reuniu delegações eleitas em mais de mil municípios de todos os 27 estados do país, onde foram realizadas mais de 1.500 conferências territoriais, municipais e estaduais, além das conferências livres, virtual e da consulta aos povos e comunidades tradicionais. Contamos também com uma representativa delegação internacional, de 14 países da América do Sul, África, América do Norte e Europa, ampliando o diálogo entre governuos e sociedade civil e a cooperação internacional nas políticas públicas de juventude.
A marca da diversidade da juventude, tão presente nesta Conferência, incluiu, por meio da Consulta aos Povos e Comunidades Tradicionais, as vozes e reivindicações dos jovens indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pantaneiros, caboclos, de comunidades de terreiros, mestiços, ciganos, pomeranos e outros.
Nas conferências livres, territoriais, municipais e estaduais, também foram representativas as manifestações da juventude negra, das jovens mulheres, da juventude rural, da juventude ambientalista, dos grupos culturais, do movimento estudantil, da juventude sindical, dos jovens LGBT, das juventudes religiosas, das juventudes partidárias, dos gestores municipais e estaduais de juventude e de tantos outros protagonistas que fizeram com que a 2ª Conferência Nacional de Juventude mobilizasse mais de 500 mil jovens em todo o país.
A primeira Conferência, realizada em 2008, foi responsável pela importante mobilização de governos e movimentos juvenis em torno das bandeiras da juventude, ampliando seu reconhecimento e legitimidade. Neste segundo encontro, a juventude levantou novamente suas causas, mas tratou também de debater os rumos do desenvolvimento nacional a partir do olhar da maior geração de jovens da nossa historia. Mais do que novas políticas públicas, o documento base e as propostas do texto “Para desenvolver o Brasil” apontam essa sintonia do debate da juventude com um projeto de país mais justo e democrático.
Ao inaugurar a Política Nacional de Juventude em nosso país, o Governo Lula trouxe para seus primeiros programas a marca da inclusão social que permeou todo o seu governo. Para aprofundar estas conquistas e enfrentar o ciclo de reprodução da pobreza, que atinge de forma aguda parcela importante da juventude brasileira, somos todos chamados a nos engajar no compromisso ético e político que a presidenta Dilma assumiu por um Brasil sem Miséria nos próximos anos.
Não são poucos os desafios. Neste momento, a juventude também se articula para conquistar e garantir os seus direitos específicos. O Estatuto da Juventude, em tramitação no Congresso Nacional, deve ser concebido como uma forte declaração dos direitos dos jovens brasileiros. Sua aprovação fortalece o marco legal das PPJs, que também terá no Plano Nacional de Juventude e na criação do Sistema Nacional de Juventude outras importantes medidas de institucionalização do compromisso do Estado com os jovens do país.
Como tem sido reiterado em diversos momentos, o compromisso da presidenta Dilma, do ministro Gilberto Carvalho e da Secretaria Nacional de Juventude é com o fortalecimento da Política Nacional de Juventude, ampliando seu alcance e diversificando suas ações e programas. É esse sentido comum que unifica as iniciativas hoje em curso na SNJ e que orientou o Programa Autonomia e Emancipação da Juventude, que incluiu pela primeira vez no Plano Plurianual do Governo Federal (PPA 2012-2015) um eixo específico para as políticas públicas voltadas para os jovens.
A transição do ProJovem Urbano da SNJ/SG-PR para o Ministério da Educação, que num primeiro momento despertou dúvidas e inquietações, tem recebido uma atenção responsável e articulada por parte do Governo Federal, que fortalece o seu desenho educacional e amplia sua escala, base territorial e os instrumentos de participação e controle social.
Iniciativas como a do Fórum de Direitos e Cidadania, criado pela presidenta Dilma, voltadas para debater medidas de Enfrentamento à Violência contra a Juventude Negra caminham neste mesmo sentido de responder às demandas das Conferências e movimentos de juventude, ampliando os instrumentos de denúncia e investigação de casos de violência e unificando os esforços no combate ao preconceito geracional e étnico-racial.
Outra importante medida, firmada na abertura da Conferência, foi a parceria com o Ministério das Comunicações de promoção e apoio a projetos voltados para a inclusão digital da juventude rural. No mesmo caminho, de ampliação do alcance das políticas de juventude, o Participatório será um espaço dedicado à promoção da participação social dos jovens e à produção colaborativa de conhecimento, impulsionando o diagnóstico, a pesquisa e o levantamento de dados sobre o tema juventude.
Em parceria com as prefeituras, por sua vez, as Estações Juventude articularão a partir do território uma rede de equipamentos e serviços para a juventude, promovendo a experimentação, o acesso aos bens culturais, às tecnologias da comunicação e outros serviços definidos pelos próprios jovens da comunidade. Partindo do princípio de que a cultura é um direito fundamental da juventude, a SNJ, em articulação com os ministérios da Cultura, da Saúde e do Desenvolvimento Agrário também participa do Prêmio Agente jovem de Cultura, concedendo premiação a 500 jovens que fazem da sua produção cultural um mecanismo de transformação da sociedade.
Além disso, duas outras agendas relevantes para Secretaria Nacional da Juventude tratam do trabalho decente para a juventude e da sustentabilidade com justiça social. A SNJ integra a Agenda Nacional de Trabalho Decente para a Juventude e busca fortalecer as ações de enfrentamento ao trabalho precário que hoje é vivenciado por uma enorme parcela de jovens brasileiros. Já na ampliação do debate com a juventude sobre sustentabilidade teremos uma grande oportunidade de pôr em destaque o tema com a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20), em 2012.
Responder aos grandes desafios apontados por esta 2ª Conferencia Nacional de Juventude demandará novas e mais ousadas iniciativas que tenham como foco a promoção da autonomia e emancipação da juventude. Uma nova geração de políticas públicas deve continuar articulando a inclusão produtiva, a elevação da escolaridade e a ampliação dos serviços e equipamentos públicos para a juventude com a garantia de direitos universais e específicos desta população, como o direito à autonomia, à experimentação, à diversidade, à participação e ao território.
Para tanto, precisaremos aprofundar os canais de interlocução com a juventude, que cada vez mais exibe novas redes e formas de participação. As conferências, as redes sociais e o fortalecimento do diálogo com os gestores, o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), os conselhos municipais e estaduais de juventude e demais movimentos juvenis seguirão fundamentais no fortalecimento da Política Nacional de Juventude de uma gestão que tem a Participação como um método de governo.
O ano de 2011 foi de muitas conquistas. Chegamos ao final deste período com um balanço positivo a respeito do avanço e do processo de consolidação das políticas públicas de juventude no Brasil. Por outro lado, esta avaliação também está repleta de novas responsabilidades. 2012 começa com uma perspectiva ainda mais desafiadora. Teremos muito trabalho, mas após esta 2ª Conferência Nacional de Juventude, temos ainda mais certeza de que contamos com a juventude brasileira no caminho por um país justo, sem miséria e com desenvolvimento sustentável e solidário.
* Severine Macedo é secretária nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República
Na última sexta-feira, dia 16 de dezembro de 2011, em despacho publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, o reitor João Grandino Rodas anunciou a expulsão de seis estudantes da Universidade de São Paulo, que estão participando da ocupação na moradia estudantil (CRUSP). A reitoria da USP optou pela pena de eliminação do corpo discente da universidade e exclusão do CRUSP a estudantes em luta por uma política de permanência estudantil que possibilite que estudantes de baixa renda possam frequentar a universidade pública.
Essa agressão ao direito democrático de organização e ação política no interior da universidade foi respaldada por um decreto dos anos de Ditadura Militar, mais precisamente de 1972. O decreto mencionado, em seu artigo 250, trata como falta grave de disciplina, passível de punição, as seguintes ações: “promover manifestação ou propaganda de caráter político-partidário, racial ou religioso, bem como incitar, promover ou apoiar ausências coletivas aos trabalhos escolares”. O conteúdo deste decreto está claramente em contradição com o livre direito de greve e de manifestação política, garantidos pela Constituição Federal de 1988.
Essa medida do reitor é parte integrante da política repressiva da administração da universidade e do governo estadual contra o movimento organizado no interior da USP. Só neste ano de 2011, vimos a ameaça de demissão de dirigentes sindicais do SINTUSP, a prisão de 73 estudantes que se mobilizavam contra a presença da Polícia Militar no campus e, agora em meados de dezembro, essas absurdas expulsões. Explicita-se a intenção das autoridades constituídas de quebrar qualquer resistência à aplicação de seu projeto de universidade.
Diante deste grave acontecimento, as entidades e organizações políticas abaixo assinadas repudiam a repressão exercida por João Grandino Rodas e convocam o conjunto dos movimentos estudantil, popular e sindical brasileiros a se incluírem numa grande campanha em defesa da liberdade de manifestação política, instando a reitoria da USP a anular imediatamente a expulsão desses seis estudantes.
Assinam:
ADUSP – Associação dos Docentes da USP
SINTUSP – Sindicato dos Trabalhadores da USP
DCE Livre da USP “Alexandre Vannucchi Leme”
AMORCRUSP – Associação de Moradores do CRUSP gestão “Unidade Cruspiana”
CA XXXI de Outubro – Centro Acadêmicos 31 de Outubro [Enfermagem]
CAASO – Centro Acadêmico Armando Salles de Oliveira [São Carlos]
CAELL – Centro Acadêmico de estudos Literários e Linguístico “Oswald de Andrade”
CAER – Centro Acadêmico “Emílio Ribas” [Saúde Pública]
CAF – Centro Acadêmico da Filosofia “Prof. José Cruz Costa”
CAHIS – Centro Acadêmico de História
CAHS – Centro Acadêmico Hebert de Souza [Gestão de Políticas Públicas]
CALC – Centro Acadêmico Lupe Cotrim [ECA]
CAMAT – Centro Acadêmico da Matemática
CAPPF – Centro Acadêmico Professor Paulo Freire [Educação]
CARB – Centro Acadêmico “Rui Barbosa” [Ed. Física]
CAUPI – Centro Acadêmico Unificado de Pirassununga
CEGE – Centro de Estudos Geográficos “Capistrano de Abreu”
CEQHR – Centro de Estudos Químicos “Heinrich Rheinboldt”
CEUPES – Centro Universitário de Pesquisa e Estudos Sociais [C. Sociais]
GUIMA – Centro Acadêmico Guimarães Rosa [Relações Internacionais]
DALorena – Diretório Acadêmico da Escola de Engenharia de Lorena
NCN – Núcleo de Consciência Negra
ANEL, ANDES-SN, CSP-CONLUTAS, Oposição de Esquerda/UNE, SINASEFE, SINSPREV/SP, STU – Sindicato dos Trabalhadores da UNICAMP, Sub-Sede da APEOESP Santo Amaro, MTST, SEPE-RJ, SindRede-BH
Organizações:
Barricadas Abrem Caminhos [Rompendo Amarras], Coletivo “Há quem sambe diferente”/PUC-Minas, Coletivo Construção, Coletivo Geografia na Luta/UFS, Coletivo “USP que queremos”, Construção Coletiva, Dialogação [Rompendo Amarras], Domínio Público [Rompendo Amarras], Frente de luta dos CA’s/UFMT, Juntos, Juventude LibRe, Movimento 89 de Junho (PUC/RS), Não Vou me Adapar (chapa pro DCE Livre da USP), Universidade em Movimento, Coletivo Feminista Yabá, Coletivo “Tomando o céu de assalto”/PUC-SP
Um esquema de propina na época das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso virou livro. A publicação já está esgotada em muitas livrarias. Segundo o autor, um dos principais beneficiários do esquema foi o tucano José Serra e familiares dele.
Nas últimas semanas, a mídia registrou inúmeros casos de acidentes de trânsito com mortes, provocadas por motoristas embriagados. Foram presos e, graças à fiança, em seguida soltos. Detalhe: sem que suas carteiras de motoristas tenham sido apreendidas. Alguns, aliás, nem possuíam habilitação para dirigir.
O Brasil é o país da impunidade. As leis são feitas apenas para os pobres – que não têm dinheiro para pagar advogados e fianças. Da classe média para cima, nenhum assassino do volante se encontra preso. Nem condenado em última instância. São 57 mortes por dia, no Brasil, associadas ao alcoolismo. Vale, pois, a pergunta: quem é a próxima vítima?
O Brasil é também o país do paradoxo. Há intensa campanha contra o tabagismo. Daqui a pouco haverão de proibir, como nos EUA, até fumar em local público. E, não demora, dentro de casa, sob pretexto de que incomoda os vizinhos...
A publicidade de cigarros desapareceu da mídia. As embalagens de tabaco trazem fotos horripilantes dos efeitos deletérios do produto. Ora, o alcoolismo mata mais que o tabagismo. É o terceiro fator de morte no mundo, precedido pelo câncer e doenças cardíacas. Por que não se proíbe publicidade de bebidas?
Apenas na cidade de São Paulo, em 2010 ocorreram 1.357 mortes no trânsito e 7.007 atropelamentos. O número de motoristas embriagados, parados em blitzen da PM, subiu 38% de janeiro a setembro deste ano, comparado a todo o ano de 2010. Entre jovens de 13 a 19 anos envolvidos em acidentes de trânsito, 45% ingeriram bebida alcoólica.
Os dados são alarmantes: 68,7% dos brasileiros ingerem álcool. Nos hospitais psiquiátricos, 90% das internações são de dependentes de álcool. Os motoristas bêbados são responsáveis por 65% dos acidentes de trânsito. E o Ministério da Saúde gasta, por ano, via SUS, mais de R$ 1 bilhão em tratamentos e internações causados por álcool.
Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas e Psicotrópicos, vinculado à Faculdade Paulista de Medicina, entre estudantes do primeiro e segundo graus da rede estadual de São Paulo, 70,4% se iniciam na bebida entre 10 e 12 anos. Nos EUA o índice, para a mesma faixa etária, é de 50,2%.
Volta a pergunta que não quer calar, e o governo, o Conar e as agências de publicidade não querem responder: por que não se aplicam as leis de proibição do tabagismo ao álcool?
A resposta existe, o que não existe é a coragem de fechar a torneira do mar de dinheiro que as empresas de bebidas alcoólicas despejam na publicidade. E o mais grave: associa-se álcool a celebridades, como jogadores de futebol e cantores, que fascinam os mais jovens e atraem legião de fãs.
Uma grande emissora de TV anuncia uma série de programas antitabagistas. Quando veremos algo semelhante em relação ao consumo de álcool?
Nunca tive notícia de acidentes de trânsito causados pelo vício de fumar, agressão doméstica decorrente da aspiração da fumaça de tabaco, internação psiquiátrica por dependência de cigarro. Todos nós, porém, conhecemos casos relacionados ao alcoolismo. E haja publicidade de cerveja no horário nobre! Para os jovens, a cerveja é a porta de entrada no consumo de bebidas etílicas.
O cigarro prejudica quem fuma e quem está próximo ao fumante. O álcool, misturado com volante, gera acidentes que envolvem passageiros do veículo causador do acidente, passageiros dos veículos atingidos por ele e pedestres, além de danos à via pública.
Álcool em excesso transtorna os reflexos. Associado ao volante, é perigo na certa. Mas não se preocupe. Você está no Brasil. Confia que jamais terá o azar de ser parado por uma blitz da lei seca. Se acontecer, oferecerá uma grana aos fiscais, na esperança de que sejam corruptos. Caso não sejam, se recusará a pôr a boca no bafômetro. Se for detido, convocará a família e o advogado, pagará fiança e logo estará na rua. Com a carteira de habilitação no bolso. Pronto para se dependurar no volante e repetir a façanha.
Viva o Brasil e a impunidade! E azar das vítimas por viverem num país como o nosso!
Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Marcelo Gleiser e Waldemar Falcão, de “Conversa sobre a fé e a ciência” (Agir), entre outros livros.http://www.freibetto.org/> twitter:@freibetto.
Vermelho. 3ª-feira da 34ª Semana Tempo Comum Sta. Cecília VgMt, memória
1ª Leitura - Dn 2,31-45
O Deus do céu suscitará um reino que nunca será destruído; antes, esmagará e aniquilará todos esses reinos.
Leitura da Profecia de Daniel 2,31-45
Naqueles dias, disse Daniel a Nabucodonosor: 31Tu, ó rei, olhavas, e pareceu-te ver uma estátua grande, muito alta, erguida à tua frente, de aspecto aterrador. 32A cabeça da estátua era de ouro fino, peito e braços eram de prata, ventre e coxas, de bronze; 33sendo as pernas de ferro, e os pés, parte de ferro e parte de barro. 34Estavas olhando, quando uma pedra, sem ser empurrada por ninguém, se desprendeu de algum lugar, e veio bater na estátua, em seus pés de ferro e barro, fazendo-os em pedaços; 35então, a um só tempo, despedaçaram-se ferro, barro, bronze, prata e ouro, tudo ficando como a palha miúda das eiras, no verão, que o vento varre sem deixar vestígios; mas a pedra que atingira a estátua transformou-se num grande monte e encheu toda a terra. 36Este foi o sonho; vou dar também a interpretação, ó rei, em tua presença. 37Tu és um grande rei, e o Deus do céu te deu a realeza, o poder, a autoridade e a glória; 38ele entregou em tuas mãos os filhos dos homens, os animais do campo e as aves do céu, onde quer que habitem, e te constituiu senhor de todos eles: tu és a cabeça de ouro. 39Depois de ti, surgirá outro reino, que é inferior ao teu, e ainda um terceiro, que será de bronze, e dominará toda a terra. 40O quarto reino será forte como ferro; e assim como o ferro tudo esmaga e domina, do mesmo modo, à semelhança do ferro, ele esmagará e destruirá todos aqueles reinos. 41Viste os pés e dedos dos pés, parte de barro e parte de ferro, porque o reino será dividido; terá a força do ferro, conforme viste o ferro misturado com barro cozido. 42Viste também que os dedos dos pés eram parte de ferro e parte de barro, porque o reino em parte será sólido e em parte quebradiço. 43Quanto ao ferro misturado com barro cozido, haverá de certo ligações por via de casamentos, mas sem coesão entre as partes, assim como o ferro não faz liga com o barro. 44No tempo desses reinos, o Deus do céu suscitará um reino que nunca será destruído, um reino que não passará a outro povo; antes, esmagará e aniquilará todos esses reinos, e ele permanecerá para sempre. 45Quanto à pedra que, sem ser tocada por mãos, se desprendeu do monte e despedaçou o barro cozido, o ferro, o bronze, a prata e o ouro, o grande Deus faz saber ao rei o que acontecerá depois, no futuro. O sonho é verdadeiro, e sua interpretação, fiel". Palavra do Senhor.
Salmo - Dn 3,57. 58. 59. 60. 61 (Cf. 59b)
R. Louvai-o e exaltai-o pelos séculos sem fim!
57Obras do Senhor, bendizei o Senhor,R.
58Céus do Senhor, bendizei o Senhor!R.
59Anjos do Senhor, bendizei o Senhor!R.
60Águas do alto céu, bendizei o Senhor!R.
61Potências do Senhor, bendizei o Senhor!R.
Evangelho - Lc 21,5-11
Não ficará pedra sobre pedra.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 21,5-11
Naquele tempo: 5Algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas. Jesus disse: 6"Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído." 7Mas eles perguntaram: "Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer? 8Jesus respondeu: "Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: "Sou eu!" - e ainda: "O tempo está próximo." Não sigais essa gente! 9Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim." 10E Jesus continuou: "Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. 11Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas e grandes sinais serão vistos no céu. Palavra da Salvação.
Reflexão - Lc 21, 5-11
Não podemos por na realidade material o sentido final da nossa vida e a causa da nossa felicidade, pois o mundo material é transitório e só encontra o seu verdadeiro sentido enquanto é relacionado com o definitivo, ou seja, o mundo espiritual, e contribui para que a pessoa encontre nos valores que não são transitórios a causa da sua vida e da sua felicidade. Assim, devemos ser capazes de submeter os valores transitórios aos valores definitivos, pois somente eles podem nos garantir a nossa plena realização.
Local: SESC Pinheiros, Rua Paes Leme, 195, no bairro de Pinheiros, São Paulo, SP
Convidamos a todos a participarem do "IV Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias" a se realizar nos dias 22 a 24 de novembro de 2011.
Temáticas
- Redes Sociais
- Acervo Digital
- Inclusão, acessibilidade e responsabilidade social
- Mediação de Leitura e divulgação
- Biblioterapia
- Competência em informação (Information Literacy)
Estrutura do evento:
Palestras, debates e painéis. Conversas sobre livros, leitura e Bibliotecas com convidados especiais nacionais e internacionais.
Local:
SESC Pinheiros, Rua Paes Leme, 195, no bairro de Pinheiros, São Paulo, SP
Realização:
Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo
Unidade de Bibliotecas e Leitura
SP Leituras – Organização Social de Cultura
Parceria:
SESC São Paulo
Inscrições e informações no site:
www.bibviva.com.br
Evento gratuito.
Vagas limitadas!
Atenciosamente
Adriana Cybele Ferrari
Coordenadora da Unidade de Bibliotecas e Leitura
Secretaria de Estado da Cultura
Rua Mauá, 51 - 2 andar - Luz -