ENEM- EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO - SIMULADO

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Linguagens , Códigos e suas tecnologias: http://public.inep.gov.br/enem/Enem2009_linguagens_codigos.pdf

 

Ciências da natureza e suas tecnologias : http://public.inep.gov.br/enem/Enem2009_ciencias_da_natureza.pdf

 

Ciências Humanas e suas tecnologias : http://public.inep.gov.br/enem/Enem2009_ciencias_humanas.pdf

 

Matemática e suas tecnologias : http://public.inep.gov.br/enem/Enem2009_matematica.pdf

 

Uma boa sorte a todos

 

Adilson Ferreira

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O TRABALHO QUE ENRIQUECE

POR HAISSEM ABACK - RÁDIO BANDEIRANTES

O trabalho que enriquece

Todo santo dia tem gente madrugando ao som do despertador, levantando com sono e amaldiçoando a vida que leva. Não é fácil acordar mesmo, ainda mais com o frio que vem fazendo.

Mas já está mais do que comprovado que o trabalho enobrece e enriquece o homem. E a mulher também. É tudo uma questão de esforço, disposição, habilidade, determinação e companheirismo no ambiente de trabalho.

Com todos esses ingredientes, é possível ganhar dinheiro e fazer as pessoas à nossa volta mais felizes. Não adianta torcer o nariz, porque é a mais pura verdade!

Para os céticos e eternos reclamões que só ficam dizendo “oh, dia, oh, vida, oh, azar”, a comprovação que faltava acaba de sair de uma empresa do Rio de Janeiro. Um verdadeiro exemplo de que trabalho e riqueza são duas faces da mesma moeda.

Trinta e oito funcionários esforçados se uniram em torno de um objetivo comum.

Trinta e oito funcionários bem dispostos se uniram em torno de uma iniciativa comum.

Trinta e oito funcionários habilidosos com números se uniram em torno de um denominador comum.

Trinta e oito funcionários determinados se uniram em torno de uma esperança comum.

Trinta e oito funcionários companheiros se uniram em torno de um bem-estar comum.

Cada um deu o melhor de si no trabalho e, juntos, todos chegaram lá. Fizeram um bolão na empresa e ganharam quase 56 milhões na Mega-Sena. Todos unidos em torno de um prêmio incomum. Viva o trabalho!



Escrito por Haisem Abaki às 11h49

 
 

SEMINÁRIO INTERNACIONAL MARGEM ESQUERDA - AGOSTO

http://pejoteiroeamilitancia.blogspot.com/2009/07/seminario-internacional-margem-esquerda.html

Data: 18/08/09 a 26/08/2009 - Hora: Diversos

Local: USP, UNESP-ARARAQUARA, UNICAMP, CUFSA-FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ

Seminário Internacional Margem Esquerda - Agosto Organizado pela Editora BOITEMPO que publica esta revista "Margem Esquerda", todas essas mesas são de grátis. Programação USP DIA 18, TERÇA 14h O poder da ideologia Miguel Vedda, Virginia Fontes, Osvaldo Coggiola e Wolfgang Leo Maar 19h Trabalho e alienação Ricardo Antunes, Ruy Braga, Jesus Ranieri e Giovanni Alves DIA 19, QUARTA 14h Marx, Lukács e os intelectuais revolucionários Emir Sader, Antonino Infranca, Carlos Nelson Coutinho e José Paulo Netto 19h Para além do capital - a crise estrutural do capital François Chesnais, Jorge Beinstein, Leda Paulani e Edmilson Costa DIA 20, QUINTA 14h Para além do capital - lógica destrutiva e questão ambiental Brett Clark, Carlos Walter Porto-Gonçalves, Mohamed Habbib e Plínio de Arruda Sampaio 19h Educação e socialismo Roberto Leher, Afranio Mendes Catani e Isabel Rauber DIA 21, SEXTA 14h Marxismo, lutas sociais e revolução na América Latina Francisco de Oliveira, Maria Orlanda Pinassi, Gilmar Mauro e Lucio Flávio de Almeida 19h A necessária reconstituição da dialética histórica István Mészáros Encerramento: solo de Bach em viola por Susie Mészáros UNESP-Araraquara DIA 24, SEGUNDA 14h A crise estrutural do capital Gilmar Mauro, Maria Orlanda Pinassi e Aldo Casas. UNICAMP DIA 25, TERÇA A crise estrutural do capital Ricardo Antunes, Álvaro Bianchi, Aldo Casas, Caio Toledo e Plínio de Arruda Sampaio Jr. CUFSA - Fundação Santo André DIA 26, QUARTA 19h30 Crise do capital e perspectivas do trabalho Antonio Rago Filho, Livia Cotrim, Miguel Vedda e Everaldo de Oliveira Andrade. fonte: http://pejoteiroeamilitancia.blogspot.com/2009/07/seminario-internacional-margem-esquerda.html

 
 

O último suspiro de José Serra

http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/19/o-ultimo-suspiro-de-serra/

Classificação:

Entenda melhor o que está por trás dessa escalada de CPIs, escândalos e tapiocas da mídia. A candidatura José Serra naufragou. Seus eleitores ainda não sabem, seus aliados desconfiam, Serra está quase convencido, mas naufragou. Política e economia têm pontos em comum. Algumas forças determinam o rumo do processo, que ganha uma dinâmica que a maioria das pessoas demora em perceber. Depois, torna-se quase impossível reverter, a não ser por alguma hecatombe - um grande escândalo. O início da derrocada O início da derrocada de Serra ocorreu simultaneamente com sua posse como novo governador de São Paulo. Oportunamente abordarei as razões desse fracasso. Basicamente: 1. O estilo autoritário-centralizador e a falta de punch para a gestão. O Serra do Ministério da Saúde cedeu lugar a um político vazio, obcecado com a política rasteira. Seu tempo é utilizado para planejar maldades, utilizar a mão-de-gato para atingir adversários, jornalistas atacando colegas e adversários e sua tropa de choque atuando permanentemente para desestabilizar o governo. 2. Fechou-se a qualquer demanda da sociedade, de empresários, trabalhadores ou movimentos sociais. 3. Trocou programas e ideias pelo modo tradicional de fazer política: grandes gastos publicitários, obras viárias, intervenções suspeitíssimas no zoneamento municipal (comandado por Andrea Matarazzo), personalismo absurdo, a ponto de esconder o trabalho individual de cada secretário, uso de verbas da educação para agradar jornais. Ao contrário de Franco Montoro, apesar de ter alguns pesos-pesados em seu secretariado, só Serra aparece. Em vez de um estado-maior, passou a comandar um exército de cabos e sargentos em que só o general pode se pronunciar. 4. Abandonando qualquer veleidade de inovar na gestão, qual a marca de Serra? Perdeu a de bom gestor, perdeu a do sujeito aberto ao contato com linhas de pensamento diversas (que consolidou na Saúde), firmou a de um autoritário ameaçador (vide as pressões constantes sobre qualquer jornalista que ouse lhe fazer uma crítica). 5. No meio empresarial (indústria, construção civil), perdeu boa parte da base de apoio. O mercado o encara com um pé atrás. Setores industriais conseguem portas abertas para dialogar no governo federal, mas não são sequer recebidos no estadual. Há uma expectativa latente de guerra permanente com os movimentos sociais. Sobraram, para sua base de apoio, a mídia velha e alguns grandes grupos empresariais de São Paulo - mas que também (os grupos) vêem a candidatura Dilma Rousseff com bons olhos. A rede de interesses O PSDB já sabe que o único candidato capaz de surpreender na campanha é Aécio Neves. Deixou marca de boa gestão, mostrou espírito conciliador, tem-se apresentado como continuidade aprimorada do governo Lula - não como um governo de ruptura, imagem que pegou em Serra. Será bem sucedido? Provavelmente não. Entre a herança autêntica de Lula - Dilma - e o genérico - Aécio - o eleitor ficará com o autêntico. Além disso, se Serra se tornou uma incógnita em relação ao financismo da economia, Aécio é uma certeza: com ele, voltaria com tudo o estilo Malan-Armínio de política econômica, momentaneamente derrotado pela crise global. Mas, em caso de qualquer desgaste maior da candidatura oficial, quem tem muito mais probabilidade de se beneficiar é Aécio, que representa o novo, não Serra, que passou a encarnar o velho. Acontece que Serra tem três trunfos que estão amarrando o PSDB ao abraço de afogado com ele. O primeiro, caixa fornida para bancar campanhas de aliados. O segundo, o controle da Executiva do partido. O terceiro, o apoio (até agora irrestrito) da mídia, que sonha com o salvador que, eleito, barrará a entrada de novos competidores no mercado. Se desiste da candidatura, todos os que passaram a orbitar em torno dele terão trabalho redobrado para se recolocarem ante outro candidato. Os que deram apoio de primeira hora sempre terão a preferência. Fica-se, então, nessa, de apelar para os escândalos como último recurso capaz de inverter a dinâmica descendente de sua candidatura. E aí sobressai o pior de Serra. Ressuscitando o caso Lunus Em 2002, por exemplo, a candidatura Roseana Sarney estava ganhando essa dinâmica de crescimento. Ganhara a simpatia da mídia, o mercado ainda não confiava em Serra. Mas não tinha consistência. Não havia uma base orgânica garantindo-a junto à mídia e ao eleitorado do centro-sul. E havia a herança Sarney. Serra acionou, então, o Delegado Federal Marcelo Itagiba, procuradores de sua confiança no episódio que ficou conhecido como Caso Lunus - um flagrante sobre contribuições de campanha, fartamente divulgado pelo Jornal Nacional. Matou a candidatura Roseana. Ficou com a imagem de um chefe de KGB. A dinâmica atual da candidatura Dilma Rousseff é muito mais sólida que a de Roseana. 1. É apoiada pelo mais popular presidente da história moderna do país. 2. Fixou imagem de boa gestora. Conquistou diversos setores empresariais colocando-se à disposição para conversas e soluções. O Plano Habitacional saiu dessas conversas. 3. Dilma avança sobre as bases empresariais de Serra, e Serra se indispôs com todos os movimentos sociais por seu estilo autoritário. 4. Grande parte dessa loucura midiática de pretender desestabilizar o governo se deve ao receio de que Dilma não tenha o mesmo comportamento pacífico de Lula quando atacada. Mas ela tem acenado para a mídia, mostrando-se disposta a uma convivência pacífica. Não se sabe até que ponto será bem sucedida, mas mostrou jogo de cintura. Já Serra, embora tenha fechado com os proprietários de grupos de mídia, tem assustado cada vez mais com sua obsessão em pedir a cabeça de jornalistas, retaliar, responder agressivamente a qualquer crítica, por mais amena que seja. Se já tinha pendores autoritários, o exercício da governança de São Paulo mexeu definitivamente com sua cabeça. No poder, não terá a bonomia de FHC ou de Lula para encarar qualquer crítica da mídia ou de outros setores da economia. 5. A grande aposta de Serra - o agravamento da crise - não se confirmou. 2010 promete ser um ano de crescimento razoável. Com esse quadro desfavorável, decidiu-se apertar o botão vermelho da CPI da Petrobrás. O caso Petrobras Com a CPI da Petrobras todos perderão, especialmente a empresa. Há um vasto acervo de escândalos escondidos do governo FHC, da passagem de Joel Rennó na presidência, aos gastos de marketing especialmente no período final do governo FHC. Todos esses fatos foram escondidos devido ao acordo celebrado entre FHC e José Dirceu, visando garantir a governabilidade para Lula no início de seu governo. A um escândalo, real ou imaginário, aqui se devolverá um escândalo lá. A mídia perdeu o monopólio da escandalização. Até que grau de fervura ambos os lados suportarão? Lá sei eu. O que dá para prever é que essa guerra poderá impor perdas para o governo; mas não haverá a menor possibilidade de Serra se beneficiar. Apenas consolidará a convicção de que, com ele presidente, se terá um país conflagrado. Dependendo da CPI da Petrobras, aguarde nos próximos meses uma virada gradual da mídia e de seus aliados em direção a Aécio.

                                 

UOL

XV ROMARIA DA JUVENTUDE

ESTÁ CHEGANDO...

 

 

FALTAM 05 DIAS PARA A

 

 

15ª ROMARIA DA JUVENTUDE

     

TEMA JOVENS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS

 

LEMA COM MARIA EM MARCHA NA OPÇÃO PELA VIDA

  
 
DIA 12 DE JULHO
A PARTIR DAS 7h DA MANHÃ
NA PRAÇA DA SÉ
08h30 Missa com D. Altieri (responsável pelo Setor Juventude Sul1)e
D. Tarcísio Scaramussa (responsável pelo Setor Juventude na Arquidiocese de São Paulo)
em seguida Marcha da Juventude  até o
MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA
 
 
NÃO ESQUEÇA:
Traga sua caneca de casa (ecologia também é
nossa luta). Também serão vendidas no dia.
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Organize e leve seu lanche.
Não teremos barracas esse ano.
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É importante evitarmos dispersões desnecessárias
durante o trajeto e as paradas
Para existir uma sintonia de objetivos em nossa
Romaria
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Cuide de sua saúde!
Leve água e use filtro solar
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Venha de TÊNIS e ROUPA LEVE
  A caminhada/marcha será de
         cerca de 2 horas
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No dia da Romaria, uma equipe estará
recolhendo a contribuição simbólica de
R$ 2,00 por pessoa para
auxiliar nas despesas do evento.
    - FAÇA SUA CONTRIBUIÇÃO -
 
Equipe Organizadora da XV Romaria da Juventude
                                                                      Pastoral da Juventude – Regional Sul 1
www.pjsul1.org

PENSAMENTOS DE DOM PEDRO CASALDÁLIGA
PENSAMENTOS DE DOM PEDRO CASALDÁLIGA
 
"O neoliberalismo é a marginalização fria da maioria sobrante. Saímos da dominação para a exclusão".
 
"A ação não é oração, a luta não é oração, a oração é oração! A luta pelo Reino, a ação evangelicamente honesta, será vivência da fé e da caridade pastoral-política, mas não é oração - como a doença não se identifica necessariamente com a pobreza, porque há ricos doentes...
Trata-se, então, de viver a oração, de testemunhá-la, de ensiná-la. Exercer sempre em nossa família e em nossa comunidade - no meio do triste e querido mundo humano, mais ou menos distanciado de Deus - a pastoral da oração. Todo agente de pastoral deve ser um agente de oração".
 
"Creio que, diante de Deus, não existe nenhum argumento, nem bíblico, nem de tradição, nem mesmo teológico, que impeça a mulher de ter na Igreja os mesmos direitos e ministérios do homem"
 
"Teologia da Libertação do homem, é a única teologia cristã decente e coerente".
 
"Nunca podemos prescindir da oração pessoal, do tu a tu com Deus, da fala da criatura consciente ao Criador pessoal, do filho/filha à Mãe-Pai. A oração pessoal diária deve ser o outro pão nosso de cada dia. Aqui não cabe claudicação nem subterfúgio".
 
"O Neoliberalismo é o capitalismo até as suas últimas conseqüências".
 
"O Testemunho coerente é: ser o que a gente é; falar do que se crê; crer no que se prega e viver o que se proclama".
 
"Que o testemunho e o sangue dos mártires não nos deixem dormir em paz".
 
"A oração, uma atitude fundamental na vida de Jesus, deve ser a atitude fundamental em nossa vida. Se a fé é relação pessoal com Deus, deverá ser logicamente comunicação com Ele: oração. Nosso Deus é Deus-conosco, nós devemos ser com-Ele. Uma fé que não ora é uma fé morta, um amor cortado".
 
"O diálogo das culturas exige mais explicitamente também o diálogo das religiões. Deixar que Deus dialogue com Deus através das balbuciantes bocas humanas, cada um com sua língua, cada um com sua cultura".
 
"Tudo é relativo, menos a fome."
 
"Continuo acreditando que a vida de um bispo não vale mais do que a vida de um peão."
 
"Se, como dizia Arturo Paoli em um retiro, orar é freqüentar o Senhor Jesus, eu acho que em todos estes sofrimentos, preocupações, angústias, nesta luta e inclusive nestas contradições, freqüento insistentemente o Senhor Jesus. Apelando a ele, vivendo sua Páscoa, sentindo sua cruz, reclamando a força de sua Ressurreição. Buscando sua Palavra e seus gestos como chaves de interpretação. Cantando também. Uma grande oração minha é o canto; o canto com o povo ou sozinho, em diversos momentos, inclusive nas longas viagens de ônibus, contemplo e canto. As vezes alguém pensará que sou doido, embora não cante a pleno pulmão, é claro, mas com voz discreta. Fiz-me algo teilhardiano e comungo com a natureza e com a presença universal de Deus em tudo e em todos os seres. Diante da festa belíssima e ultrajada natureza, sinto a unidade e a presença de Deus. Antes eu achava que a contemplação não era para mim, mas agora eu estou cada vez mais dentro".
 
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Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, MAUA, JARDIM ZAIRA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Livros, Esportes
ICQ - 77781875

 
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