Deputado do PV mostra como SERRA funciona : um horror

Deputado rompe com o PV e alerta Marina

Em entrevista ao Brasília Confidencial, o deputado estadual Major Olimpio, de São Paulo, acaba de romper com o PV. Em entrevista ao Brasília Confidencial, ele afirma que o PV abre mão até de seus projetos ambientais em nome de um “apoio cego” à aliança PSDB-DEM. Rebelado desde o início do mandato, em 2006, Major Olímpio aponta o fisiologismo do partido e a censura que o PV impôs a suas denúncias contra o Governo José Serra (PSDB). Para a senadora Marina Silva (PT), que pode fazer o caminho contrário, aderindo ao PV para concorrer à Presidência da República, ele manda um recado: “Você não merece esse engodo”.

Policial militar por 29 anos, eleito em 2006 pelo PV com 52.386 votos para a Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado fez um acordo com o partido e ficou com o mandato, depois de alegar justa causa para deixar a legenda. PT, PDT, PSOL e PTB estão sondando o deputado, que adianta: “Não vou simplesmente trocar de cela”.

O senhor deixou o PV ou foi o PV que o deixou?

Eu deixei o PV. Entrei com uma ação na Justiça, inclusive, alegando justa causa. Depois, recentemente, eles me procuraram para um acordo. Fiquei com o mandato e retirei a ação.

O que o senhor alegou nessa ação?

Até as censuras e discriminações que sofri. Para você ter uma idéia, eu fui proibido de fala em nome do partido. Fui excluído da vice-liderança… O caso é que, nas eleições passadas, o PV teve candidato próprio em São Paulo e, portanto, não compunha a base de apoio do José Serra (PSDB). Então, legal e moralmente, não há nenhum compromisso do PV com esse governo.

O senhor faz oposição isolada ao governador Serra. Como isso começou?

Eu não poderia jamais, como filho de servidor, como policial durante 29 anos em São Paulo, me prostrar diante desse desmonte, desse absurdo que o governador tem feito no serviço público, na polícia. Eu não me elegi para me prostrar diante do governador. O PV fez isso em troca de um cargo, de uma Secretaria de Assistência Social. E em troca de duas secretarias do aliado de Serra, o prefeito Gilberto Kassab (DEM). Eu descobri que a candidatura do PV foi um jogo de cena. Eu entrei nessa porque nunca tive muita habilidade política, nessa política de cartas marcadas. Em minha vida, eu passei 29 anos na polícia, correndo atrás de bandidos. Eu não soube entender que era tudo uma grande armação. Foi uma campanha armada para que eles se jogassem depois nos braços de Serra e Kassab.

Como o senhor percebeu isso?

Logo no começo do mandato eu entendi. Meus sete colegas de bancada votaram em favor de vetos de Serra a projetos ambientais. Um deles era para a despoluição dos rios. Olha, eles se esqueceram até dos princípios ambientais. É uma obediência cega ao Serra. Chega ao absurdo, ao desrespeito absoluto ao eleitor. Eles (os deputados do PV) nem comparecem muito às sessões. Por causa do meu comportamento, fui destituído da condição de vice-líder e nem podia mais falar pelo partido nas sessões. Eu virei um deputado zumbi. CPIs, então, nem pensar. A coisa que eu mais aprendi na minha carreira policial foi investigar bandidos. Mas nunca vi uma CPI nessa Assembleia de São Paulo. Até meus projetos o PV mandou que eu retirasse. Um deles, por exemplo, previa melhorias nas condições salariais dos policiais, que é o meu setor eleitoral. Queriam me destruir no meu segmento.

O senhor propôs uma CPI para investigar o Governo Serra?

Sim, em 2007. Vou falar disso porque tenho informações fidedignas. As tropas me informam de tudo e eu documento. Mas não consegui assinaturas suficientes para uma CPI. O fato é que os helicópteros da Polícia Militar viraram táxi-aéreo de “aspones” e secretários do governador. Para você ter uma idéia, houve um sábado (em 2007) que o Goldman (Alberto Goldman, vice-governador de São Paulo) pegou seus chinelinhos e seu cachorro e chamou um “táxi-aéreo do governo”, que era, na realidade, um helicóptero de resgates da PM, para ir passear em Campos do Jordão. E isso ainda acontece nesse governo. As madames, mulheres dos usuários desse “serviço”, reclamaram então que nos helicópteros havia fuzis e elas não gostavam dos fuzis no seu táxi-aéro. Mandaram tirar; e a PM teve que retirar. Olha, isso é o fim do mundo. Fico revoltado, porque esses helicópteros devem servir para as ações policiais, não para transportar madames nem gente que quer passear com o cachorrinho em Campos do Jordão, nos sábados ensolarados. Mas o PV me mandou calar a boca.

E o senhor não denunciou de outra forma?

Sim, pedi a CPI e também denunciei o caso à Procuradoria da Justiça do Estado de São Paulo. Sabe qual foi o resultado? O parecer foi de que esse uso dos helicópteros pelo governo é legítimo. Mesmo com as aeronaves de socorro. Então, o governador pode tudo.

Houve alguma outra situação em que o senhor ficou indignado?

Muitas. Quando houve a inundação no Maranhão, São Paulo mandou 30 bombeiros para lá. Eles foram enviados em um avião da FAB. Ajudaram e tal. Na volta, não tinha mais como eles voltarem no avião da FAB. Sabe o que o governo paulista fez? Nada. Os 30 bombeiros passaram três dias molhados, feridos, cansados, no aeroporto do Maranhão. O governo paulista não queria pagar passagens para os 30 bombeiros voltarem para suas casas, depois dessa missão autorizada. No último dia 3 eu fiz essa denúncia no Plenário. Sabe como eles voltaram? Nós, policiais, pagamos as passagens para os colegas com um fundo nosso mesmo, que mantemos para garantir café e bolachinhas nos quartéis. Nós, policiais, pegamos desse dinheiro e pagamos as passagens para os colegas. Na volta, eles nos contaram que não receberam sequer as diárias pelos dias que passaram lá, ajudando a salvar vidas. Como é que eu, um policial por 29 anos, posso apoiar esse governador?

O senhor já decidiu seu futuro político? Vai se filiar a um partido de oposição?

Olha, por enquanto, só tenho duas certezas: nunca mais o PV nem o PSDB e seus apoiadores. Eu não posso sair de uma cela para entrar em outra cela. Tenho até o dia 30 de setembro para decidir. Fui convidado pelo PT, PSOL, PDT, PTB. Eu me dou muito bem com o PTB, por exemplo, mas eles também apóiam o Serra. Então, eu vou avaliar isso muito bem, porque agora o mandato é meu, não do PV.

Nesse momento em que o senhor rompe com o PV, a senadora Marina Silva (PT) avalia a sua adesão ao partido para garantir uma bandeira ambiental para disputar a Presidência da República. O senhor daria algum recado à senadora?

Muito claramente: Marina, pense muito bem. Você tem uma história de vida… Os princípios do PV são fantásticos no papel, na conversa. Mas não são reais. Você não merece esse engodo.

Veja também o que o já publicamos sobre o deputado Major Olímpio:

22/junho/2009 11:41

O Conversa Afiada reproduz, por sugestão da navegante Edilene, o vídeo em que o deputado Major Olimpo critica a secretaria de educação do governo de Zé Pedágio.

PHA, peço para você postar este video do deputadoMajor Olímpio, repare na cara do Secretário Paulo Renato,
ABRAÇOS,
Edilene

Fonte: http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=16047

 
 

"CADÊ O GOVERNADOR DE SÃO PAULO"

Autor: Luis Nassif

Buscar na Web "Luis Nassif"

Quando: 25/07/2009

Explode a crise econômica, o governador José Serra - que teria tudo para capitalizar as críticas contra o modelo cambial brasileiro - não se manifesta. Como estado mais industrializado, São Paulo é dos que mais sofrem. Serra leva quatro a cinco meses para anunciar medidas contra a crise - nem sei se implementadas ou não. O último trimestre de 2008 marcou o auge do desemprego maciço, especialmente no setor industrial paulista. Esta semana, o ligadíssimo Serra anuncia as primeiras medidas para ajudar desempregados. O anúncio é feito por Guilherme Afif que representa um setor - o comércio - profundamente atingido pelas medidas de antecipação tributária do próprio governo que ele integra. O setor de máquinas e equipamentos - basicamente paulista - enfrenta a crise mais brava dos últimos anos. Cria-se uma Agência de Desenvolvimento que não define um plano sequer de apoio ao setor. São Paulo é o estado mais afetado pela gripe suína e o Secretário da Saúde e o governador desaparecem do mapa. A única manifestação de Serra foi aquele vídeo do porquinho. Pergunto: um governador que estivesse com a cabeça focada em governar teria deixado passar tantas oportunidades em mostrar iniciativa e solidariedade com seu estado? É evidente que a cabeça de Serra está em outro plano. No seu Twitter, ele fala de alimentos orgânicos, do bem e da bondade com a mesma convicção de um Gilberto Dimenstein da política. Cadê aquele candidato a estadista em que um dia tantos acreditaram? http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/25/apertem-os-cintos-o-governador-sumiu/

 
 

"Frei Betto: Mobilizações populares "

Autor: FREI BETTO

Buscar na Web "FREI BETTO"

Quando: 13/08/2009

Frei Betto Nas três Américas, apenas Brasil e Argentina jamais fizeram reforma agrária. O detalhe é que somos um país de dimensões continentais Desde 10 de agosto, mais de 3 mil trabalhadores sem-terra se encontram acampados em Brasília para, de novo, alertar o governo federal sobre uma questão que, outrora, foi considerada prioritária pelo PT: a reforma agrária. O mundo gira, a Lusitana roda, e hoje muita coisa parece virada de cabeça para baixo: quem fazia oposição a Sarney o defende; quem gritava “fora Collor” o elogia; quem exigia reforma agrária exalta o agronegócio. E, apesar das políticas sociais, 31 milhões de brasileiros (as) continuam a sobreviver na miséria. E a violência dissemina o medo por nossas cidades. A manifestação dos sem-terra reivindica do governo muito pouco, sobretudo se comparado aos incentivos oficiais concedidos a empresas que degradam a Amazônia e usineiros, que, em latifúndios, mantêm trabalhadores em regime de semiescravidão. É urgente assentar mais de 100 mil famílias sem-terra acampadas pelo país afora, sobrevivendo em barracas de plástico preto à beira de estradas. E cuidar das 40 mil famílias assentadas virtualmente, apenas no papel, pois aguardam, há tempo, recursos para investir em habitação, infraestrutura e produção. Nos últimos seis anos foram financiadas apenas 40 mil casas no meio rural. Também as escolas rurais necessitam, urgente, de recursos. O Brasil não tem futuro sem mudar sua estrutura fundiária. Nas três Américas, apenas Brasil e Argentina jamais fizeram reforma agrária. O detalhe é que somos um país de dimensões continentais, com 600 milhões de hectares cultiváveis. Dois problemas crônicos encontrariam solução se nosso país não tivesse tanta terra ociosa, como se constata ao viajar por nossas estradas ou sobrevoar nosso território: o desemprego e a violência urbana. Os países desenvolvidos, como os EUA e a Europa Ocidental, com territórios bem menores que o nosso, conseguem obter alta produtividade no campo, sem que haja latifúndio. Há, sim, grande incentivo à agricultura familiar. O governo federal deve à nação a atualização dos índices de produtividade das propriedades rurais, intocados desde 1975. Por exigência constitucional, tais índices deveriam ser revistos a cada 10 anos. Eles são utilizados para classificar como produtivo ou improdutivo um imóvel rural e agilizar, com transparência, a desapropriação das terras para efeito de reforma agrária. O Ministério do Planejamento deve às famílias sem terra o descontingenciamento de R$ 800 milhões do orçamento do Incra previsto no orçamento deste ano. Esse recurso permitirá a obtenção de terras e aplicação no passivo dos assentamentos. Durante o período de acampamento, que se encerra no dia 21, estão previstos também debates sobre conjuntura agrária, clima e meio ambiente, energia, Previdência Social, juventude, comunicação, gênero e raça, além de atividades culturais e ato em comemoração aos 25 anos do MST. Está marcada para amanhã a jornada nacional de lutas contra a crise, uma mobilização de trabalhadores e desempregados, em todo o país, para assegurar manutenção do emprego, melhores salários, ampliação dos direitos, redução das taxas de juros e investimentos em políticas sociais. Dia 19, movimentos sociais, estudantis e sindicais se reunirão, em Brasília, em defesa do petróleo, para reivindicar novo marco regulatório para a produção energética do país. E no dia 7 de setembro, em todo o Brasil, o 15º Grito dos Excluídos, promovido por várias entidades, inclusive a CNBB, terá como tema “Vida em primeiro lugar – a força da transformação está na organização popular”. A manifestação, que imprime caráter cívico à data da independência do Brasil, tem por objetivo arrancar a população do imobilismo e ressaltar a importância de se fortalecerem os movimentos sociais para consolidar nossa democracia e conquistar soberania. A democracia não pode se restringir a eleições periódicas, que, por enquanto, permitem inclusive a candidatura de corruptos e réus de processos comuns. À democracia política é preciso aliar a econômica, de modo a reduzir a desigualdade social que envergonha o Brasil. Só assim conquistaremos o direito de ser um povo feliz. Frei Betto é escritor, autor de A mosca azul – reflexão sobre o poder (Rocco), entre outros livros.

 
 

Alunos cubanos são melhores que os brasileiros porque seus professores sabem mais, diz pesquisador dos EUA

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/08/10/ult105u8522.jhtm

Classificação:

Simone Harnik Em São Paulo Avaliações internacionais revelam que o desempenho de estudantes cubanos em matemática e linguagem é bastante superior ao dos brasileiros. E, segundo o pesquisador da Universidade de Stanford Martin Carnoy, há uma razão para essa performance diferenciada na ilha de Fidel: lá a qualificação dos docentes é melhor e o envolvimento, maior. "A causa principal [para Cuba se destacar nas provas] é que os professores têm mais domínio da disciplina e têm uma clara ideia de como ensiná-la", afirmou o pesquisador ao UOL Educação. Carnoy estudou as diferenças nos sistemas de ensino do Brasil, de Cuba, e do Chile. Os resultados foram sintetizados no livro "A vantagem acadêmica de Cuba", publicado no Brasil pela Ediouro em parceria com a Fundação Lemann. Durante a última semana, o acadêmico ministrou palestras divulgando o trabalho no país. A boa formação do magistério em Cuba é traduzida em alta cobrança aos estudantes - e isso cria um círculo virtuoso, já que os melhores alunos acabam se tornando professores no futuro. "Tudo isso acontece, porque o sistema apoia o professor, ensinando-o a lecionar", diz. Segundo o norte-americano, no Brasil, a maior parte dos docentes não é formada nas melhores universidades - que, por sua vez, pouco abordam a didática das disciplinas. "Os professores brasileiros não são ensinados a ensinar o currículo. Eles estudam teorias e têm de aprender a lecionar na prática, o que não é um bom método", avalia. Diretores envolvidos Além disso, a função do diretor da instituição de ensino em Cuba, afirma o pesquisador, é bem definida: "Ele é responsável pelo nível de instrução de cada estudante. Os diretores sabem exatamente o que cada aluno está aprendendo, sabem o que acontece na escola e com a família". "No Brasil, este papel não é claro. Raramente os diretores visitam as salas de aula", acrescenta. E o trabalho desse gestor na ilha é beneficiado pelo rigor de um conteúdo programático centralizado. "Em Cuba, não há diversidade no currículo. Em qualquer lugar do país, os estudantes devem aprender a mesma matéria ao mesmo tempo. Isso não acontece no Brasil, há muita diversidade nos currículos", opina. A abertura no currículo e a falta de rigor sobre o que deve ser ensinado tornam-se mais preocupantes, associados ao fato de que os alunos brasileiros são dispersos e menos solicitados a realizarem exercícios individuais ou coletivos durante as aulas - eles passam pouco tempo em cada tarefa. Em seu estudo de campo, Carnoy verificou isso filmando aulas de matemática nos dois países. "Os estudantes cubanos recebem uma folha para resolverem problemas. Depois do trabalho, eles discutem de verdade os erros. No Brasil, ainda há professores que passam a matéria na lousa. Os alunos são chamados para resolverem no quadro-negro e, se erram, os professores apagam e não debatem", relata. "É possível mudar essa situação, o que vai exigir muito esforço e vontade política." Contexto social O contexto social, de acordo com Carnoy, é outro fator relevante na análise das notas. "Cuba é uma sociedade centralizada e há grande ênfase na educação. O Estado garante que as crianças recebam uma boa educação e saúde", aponta. O cuidado com a saúde cubano leva ainda a uma nutrição mais vigorosa do corpo discente. Além disso, diz Carnoy, em Cuba praticamente não existe trabalho infantil e violência escolar. As crianças estudam em um ambiente mais seguro e menos desigual que o brasileiro. "O contexto social em Cuba é muito melhor para as crianças com baixa renda. No Brasil, 40% dos pobres ou muito pobres vivem em condições muito difíceis para aprenderem", diz. Mas, não, Carnoy não apoia o regime político fechado e autoritário da ilha. "Valorizo a liberdade, e esta é uma questão a se pensar. Vivo em uma sociedade que é muito desigual - 25% das crianças norte-americanas vivem na pobreza e não têm liberdades. Já, em Cuba, os adultos têm poucas liberdades, mas as crianças têm o direito de crescerem saudáveis", relativiza.

TARDE DE FORMAÇÃO - Método VER, JULGAR e AGIR
                                                                                                             

UOL

O CCJ promoverá dia 29 de agosto (sábado) das 14 às 17h no Colégio Madre Cabrini na Vila Mariana em São Paulo, SP, uma TARDE DE FORMAÇÃO com o tema: Método VER, JULGAR e AGIR e assessoria do Pe. Jorge Boran. As inscrições são gratuitas. Venha participar!

 

O método VER, JULGAR e AGIR é o principal método pastoral da Igreja da America Latina. O método acaba de ser confirmado pelo o documento de Aparecida. É também o método utilizado pela CNBB na Campanha da Fraternidade, pela Pastoral da Juventude (PJ) e nos Cursos de Dinâmica para Líderes - CDL. Fala-se muito do VER, JULGAR e AGIR, mas poucos sabem manejar o método. Frequentemente, vemos o método tratado como um slogan sem consistência e profundidade. Antigamente eram realizados muitos cursos e treinamentos sobre o método. Hoje, não mais. 

Portanto, esta tarde de formação é uma oportunidade única para aprender a dominar um método que é importante para as nossas reuniões de jovens, nossos encontros e para adquirir a capacidade de analisar criticamente os acontecimentos ao nosso redor e a partir de uma perspectiva de fé. 

 

O curso terá momentos de aprofundamento da teoria e, também, de treinamento no uso do método. Aproveitem este momento e não deixem de participar!!! 

Assessoria do Pe. Jorge Boran, autor do livro “O Senso Crítico e o Método Ver Julgar Agir”, publicado pela Editora Loyola.

 

Convide seus amigos e venha participar deste momento importante de formação.

 

As INSCRIÇÕES SÃO GRATUITAS, basta enviar seu nome e diocese para o e-mail centralcdl@ccj.org.br ou responder este e-mail colocando seu nome no final da lista de inscritos. As VAGAS SÃO LIMITADAS, não deixe para a última hora.

 

Colégio Madre Cabrini - Rua Madre Cabrini, 36 - Vila Mariana, SP (Próximo ao Metrô Vila Mariana)

Maiores informações: 11-23172505

 

Lista de inscritos para a Tarde de Formação

 

1.       Merici Biscuola Malagueta – São Paulo

2.       Diana Maria – São Paulo

3.       Alessandra de Aguiar Tozzo – São Paulo

4.       Gilson Carlos - Sorocaba

5.       Mayara da Paz Silva – Mogi das Cruzes

6.       Nathalia Nunis Ferreira – Mogi das Cruzes

7.       Samila da Fonseca Reis – Santo Amaro

8.       Angélica de Aguiar Tozzo – São Paulo

9.       Vera Lucia da Silva Damasceno – São Paulo

10.   Jorge Boran – São Paulo

11.   Clayton da Silva Antonio - Campinas

12.   Heber da Silva Antonio - Campinas

13.   Luciano dos Santos Marthos - Campinas

14.   Alexandre Piero – São Paulo

15.   Simone Araujo da Rocha – Mogi das Cruzes

16.   Jeanne de  Jesus Sousa – Santo André

17.   Sandra Marìa Pinto Patricio – Santo Amaro

18.   Joaquim Alberto – São Paulo

19.   Raquel Pulita – São Paulo

20.   Saulo Ferreira dos Santos – São Paulo

21.    

 

 

--
Joaquim Alberto Andrade Silva
Centro de Capacitação da Juventude
Rua Bispo Eugênio Demazenod, 463A
03206-040 - Vila Alpina - São Paulo - SP
centralcdl@ccj.org.br - www.ccj.org.br
(11) 2917.1425 - Ramal: 20 / 2317.2505

 

 

[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, MAUA, JARDIM ZAIRA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Livros, Esportes
ICQ - 77781875

 
Visitante número: